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RDC

RDC: Estado Islâmico liberta 22 reféns

Imagem do Kivu Norte
Imagem do Kivu Norte ALEXIS HUGUET / AFP

Na República democrática do Congo, 22 reféns foram libertados na sequência dum ataque reivindicado pelo Estado Islâmico na semana passada. A notícia é avançada por fontes locais.

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Ao todo, foram libertados 16 homens, cinco mulheres e uma criança do sexo feminino. Foram todos raptados na semana passada em Saboko-Tchani Tchani. É o administrador do território do Beni no Norte Kivu quem o revela.

No entanto, há ainda seis outras pessoas em cativeiro, inclusive várias crianças, sendo cinco da mesma família, segundo fez saber um dos reféns libertados, que pediu anonimato.

A mesma fonte adiantou que os raptores guardam os reféns num grande buraco, e falam um bom swahilli, idêntico ao da Tânzania, assim como uma outra língua que não soube identificar.

Segundo este ex-refém, os raptores possuem, contudo, uma fisionomia diferente. E querem que toda a gente seja muçulmana e não herética.

O Grupo Estado Islâmico reivindicou na semana passada dois ataques no território do Beni. E o nome "Chianchiani" aparece, de facto, no comunicado. Segundo o documento, nessa localidade foram feitos dois assaltos contra casernas do exército congolês.

Recorde-se que os raptos no Beni são, em geral, atribuídos às milícias das Forças Democráticas Aliadas.

Estas forças são compostas historicamente por rebeldes ugandeses muçulmanos.

Ao todo, foram libertados 16 homens, cinco mulheres e uma criança do sexo feminino. Foram todos raptados na semana passada em Saboko-Tchani Tchani. É o administrador do território do Beni no Norte Kivu quem o revela.

No entanto, há ainda seis outras pessoas em cativeiro, inclusive várias crianças, sendo cinco da mesma família, segundo fez saber um dos reféns libertados, que pediu anonimato.

A mesma fonte adiantou que os raptores guardam os reféns num grande buraco, e falam um bom swahilli, idêntico ao da Tânzania, assim como uma outra língua que não soube identificar.

Segundo este ex-refém, os raptores possuem, contudo, uma fisionomia diferente. E querem que toda a gente seja muçulmana e não herética.

O Grupo Estado Islâmico reivindicou na semana passada dois ataques no território do Beni. E o nome "Chianchiani" aparece, de facto, no comunicado. Segundo o documento, nessa localidade foram feitos dois assaltos contra casernas do exército congolês.

Recorde-se que os raptos no Beni são, em geral, atribuídos às milícias das Forças Democráticas Aliadas.

Estas forças são compostas historicamente por rebeldes ugandeses muçulmanos.

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