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Chile/Incêndios

Incêndios florestais viram disputa política no Chile

Membros da equipe de resgate carregam corpo de bombeiro morto durante o incêndio perto da cidade de Temuco, nesta quinta-feira.
Membros da equipe de resgate carregam corpo de bombeiro morto durante o incêndio perto da cidade de Temuco, nesta quinta-feira. REUTERS/Hector Andrade

A onda de incêndios que atinge várias florestas no Chile se transformou em um confronto entre o governo e um grupo radical da tribo Mapuche CAM (Coordenação Arauco Malleco). Autoridades chilenas abriram um inquérito contra os militantes após a morte de seis bombeiros.

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A morte de seis bombeiros profissionais levou o governo chileno a abrir um inquérito contra os militantes indígenas Mapuche com base na lei antiterrorista. Segundo o ministro chileno do Interior, Rodrigo Hinzpeter, os indígenas radicais reivindicaram um atentado no dia 30 de dezembro contra a empresa Araucanie. Eles colocaram fogo em equipamentos florestais e destruíram um helicóptero de combate a incêndios da empresa, que atua na região de Carahue.

De acordo com o ministro, é estranho que uma onda de incêndios aconteça logo após esse atentado. A tensão piorou com a morte dos bombeiros. Um homem continua desaparecido e dois ficaram feridos.

Nessa quinta-feira, o Chile ainda registrava 19 focos de incêndio florestal. Mais de 1.800 bombeiros e militares lutam contra as chamas, que já queimaram 56 mil hectares em dez dias. As temperaturas elevadas e os ventos prejudicam o trabalho dos bombeiros.

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