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Desemprego/Estados Unidos

Desemprego nos EUA recua, mas a criação de postos e as contratações continuam em baixa

Candidatos a uma vaga de trabalho vão a salão de empregos em Los Angeles.
Candidatos a uma vaga de trabalho vão a salão de empregos em Los Angeles. REUTERS/Jonathan Alcorn/Files

Depois de três meses de alta, a taxa de desemprego nos Estados Unidos apresentou uma ligeira queda de 0,2% em agosto, em relação ao mês de julho. A taxa agora é de 8,1%, o nível mais baixo dos últimos três anos. O recuo no número de desempregados surpreendeu analistas americanos, que esperavam que a estimação estacionasse nos 8,3%.

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Segundo economistas, a queda do desemprego nos Estados Unidos é decorrente da redução da população ativa. "O número de pessoas sem emprego continua o mesmo, perto dos 12 milhões" afirmou o Ministério do Trabalho dos Estados Unidos.

Entretanto, a criação de empregos no mês de agosto conheceu uma acentuada queda, de 32%, em relação ao mês de julho. Segundo o governo, a economia americana criou 96 mil empregos em agosto, quando na verdade, seria necessária a criação de pelo menos 110 mil novos postos para manter a taxa de desemprego em uma tendência de queda. Os analistas do próprio ministério, esperavam que o mês de agosto conhecesse uma taxa de criação de empregos perto dos 130 mil.

Dois meses antes das eleições americanas, os números sobre o desemprego nos Estados Unidos eram esperados ansiosamente tanto por republicanos quanto por democratas. A situação econômica do país é um dos temas mais debatidos entre os candidatos Barack Obama e Mitt Romney. Em um comunicado, o candidato republicano Mitt Romney afirmou que " as promessas e a política do presidente Barack Obama não funcionaram. Ontem foi dia de festa, enquanto que hoje é dia de ressaca", disse o candidato, em referência à convenção do partido Democrata, que oficializou a candidatura de Barack Obama à reeleição.
 

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