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Venezuela/Chávez

Afastamento de Chávez para tratamento tem forte repercussão nacional

Partidários de Hugo Chávez expressam apoio ao presidente venezuelano na praça Bolívar de Caracas neste último domingo.
Partidários de Hugo Chávez expressam apoio ao presidente venezuelano na praça Bolívar de Caracas neste último domingo. REUTERS/Jorge Silva

O anúncio feito pelo presidente venezuelano Hugo Chávez de que precisa se afastar do cargo para ir a Cuba continuar o tratamento contra o câncer gerou forte repercussão nacional. Esta será a quarta operação de Chávez em sua luta contra o câncer, detectado em maio de 2011. Mas foi somente agora que tratou explicitamente do tema da sucessão presidencial.

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Elianah Jorge, correspondente da RFI em Caracas

No último domingo, partidários de Chávez promoveram um “tuitaço” nas redes sociais, além de uma vigília nas praças Bolívar de todo o país para rezar pela saúde do presidente.

Em um pronunciamento em rede nacional, Chávez pediu ao povo para votar pelo presidente interino Nicolás Maduro caso novas eleições sejam convocadas.

O debate sobre a sucessão pegou fogo entre os opositores. Eles afirmam não ser possível falar em sucessão, e defendem a convocação de novas eleições, conforme previsto na Constituição nacional. A lei fundamental da Venezuela determina que após um total de seis meses de afastamento do chefe de Estado uma nova eleição deve ser realizada.

De acordo com o calendário protocolar, o presidente Hugo Chávez, reeleito recentemente para o período 2013-2019, deverá prestar juramento para um novo mandato em 10 de janeiro do próximo ano.

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, as Farc, enviaram um comunicado de apoio ao presidente Hugo Chávez.

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