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Venezuela/Tentativa de assassinato

Venezuela prende colombianos encarregados de assassinar Maduro

Ministro do Interior da Venezuela, Miguel Rodriguez Torres, apresenta provas de complô para assassinar Maduro
Ministro do Interior da Venezuela, Miguel Rodriguez Torres, apresenta provas de complô para assassinar Maduro REUTERS/Carlos Garcia Rawlins

O governo venezuelano anunciou nesta segunda-feira a prisão de dois membros de um grupo que supostamente planejava o assasinato do presidente Nicolas Maduro. De acordo com Caracas, inspirados pelo ex-presidente colombiano Alvaro Uribe.

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Os dois colombianos, Victor Johan Guache Mosquera e Erick Leonardo Huertas Rios, membros de um complô de dez pessoas que planejava a morte de Nicolas Maduro, foram presos no dia 13 de agosto, anunciou nesta segunda-feira o ministro venezuelano do Interior, Miguel Rodriguez.

De acordo com ele, os acusados dariam suporte técnico a um assassino experiente conhecido como "David", que teria recebido ordens de outro colombiano, Oscar Alcantara Gonzalez, preso neste ano por receber encomendas de assassinatos. Este prisioneiro, de acordo com Rodriguez, seria próximo do ex-presidente Alvaro Uribe.

"Alvaro Uribe está, sem dúvida nenhuma a par destas coisas. Não nos surpreende em nada que ele dê as instruções", declarou o ministro, acrescentando que a inteligência colombiana colaborou nas prisões.

As autoridades venezuelanas denunciam frequentemente planos de assassinato de membros do executivo e tentativas de golpes de estado. Em maio do ano passado, Maduro já havia acusado o ex-presidente de tentar assassiná-lo, com apoio de alguns membros da oposição venezuelana. Pouco antes de conquistar o cargo em abril, ele acusou dois ex-embaixadores americanos de conspirar para matá-lo antes das eleições.

Alvaro Uribe, conservador que dirigiu a Colômbia entre 2002 e 2010, tinha relações tensas com o ex-presidente Hugo Chávez, padrinho político de Maduro. Ele acusava o líder venezuelano de abrigar guerrilheiros e traficantes de drogas colombianos em seu território. Em 2010, Chávez chegou a romper relações com a Colômbia, depois dessas acusações de Uribe.
 

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