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EUA/ Economia

Nomeação de Janet Yellen à presidência do FED é bem recebida pelos mercados

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta quarta-feira (9), a indicação de Janet Yellen para a presidência do Federal Reseve.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta quarta-feira (9), a indicação de Janet Yellen para a presidência do Federal Reseve. REUTERS/Jonathan Ernst

Seguindo a tendência de Wall Street e da bolsa de São Paulo, as bolsas de valores europeias reagem positivamente à nomeação de Janet Yellen para a presidência do banco central americano, o FED, oficializada na quarta-feira pelo presidente Barack Obama. A bolsa de Paris abriu nesta quinta-feira em alta de 0,75%, Londres a +0,18% e Frankfurt a +0,55%. Em Tóquio, o índice Nikkei fechou em alta de 1,12%

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A escolha de Janet Yellen trouxe alívio aos mercados porque representa sobretudo a continuidade da política atual do Federal Reserve, o Banco Central Americano.

Yellen, de 67 anos, é a atual vice-diretora da instituição e conhecida pela defesa de uma política voluntária de apoio à economia através de taxas de juros baixas e compras em grande escala de títulos nos mercados.
Assim que foi confirmada sua indicação, Janet Yellen se comprometeu a promover o emprego, a estabilidade dos preços e dos mercados.

Ela deverá ser sabatinada pelo Senado americano, mas tudo indica que ganhará sinal verde para assumir o Fed após o mandato de Ben Bernanke que termina no dia 31 de janeiro.

"Muitos americanos ainda não conseguem encontrar emprego e estão preocupados em saber como vão pagar suas contas e levar algo para casa. O Federal Reserve pode ajudar se fizer bem seu trabalho", disse Yellen.

Os investidores estão dando "graças a Deus" por sua nomeação porque ninguém quer mudança no comando do FED no momento em que perdura a queda de braço entre o presidente Obama e republicanos sobre o orçamento do governo americano. Esse impasse paralisa parte da administração pública americana.

Além da nomeação de Janet Yellen, outro motivo da reação positiva das bolsas foi a publicação ontem de uma Ata do Fed. O documento confirmou uma divisão que existe na instituição sobre o início da retirada dos estímulos monetários, o que pode acontecer só no final do ano ou mesmo a partir de 2014.
 

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