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Angola

28 de Março : leitura da sentença dos 17 activistas angolano

REUTERS/Herculano Corarado

O tribunal de Luanda agendou para 28 de Março a leitura da sentença do caso dos 15+2 activistas angolanos, com a defesa a pedir a absolvição por falta de provas.

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Na sessão de hoje, de leitura das alegações finais o Ministério Público deixou cair a acusação de preparação de um atentado contra o Presidente da República, mas pediu a condenação dos réus pela prática, em co-autoria, do crime de actos preparatórios para uma rebelião.

Um dos advogados dos activistas, Miguel Francisco, refere que a defesa reclamou a absolvição pura e simples dos réus por considerar que não foi comprovado crime alguns durante o processo; "não há crime algum ou comportamento algum que configure os tais actos preparatórios que o Ministério Público alega de crime de atentado e rebelião contra o Presidente da República".

"Durante as alegações o Ministério Público veio reconhecer que não ficou provado que eles atacaram o Presidente da República, mas que mantinha a acusação sobre actos preparatórios de rebelião", descreveu o advogado de três activistas dos 17 activistas em prisão domiciliária desde 18 de Dezembro.

 

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