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Angola

Angola: lixo e seca agravam crise sanitária no Dia Mundial da Água

« Zungueiras » no mercado Luanda.
« Zungueiras » no mercado Luanda. Getty Images

Neste Dia Mundial da Água, a crise no sistema sanitário em Angola é agravada pelas chuvas torrenciais e pelo lixo amontoado há meses nomeadamente nas ruas de Luanda, enquanto a seca continua a assolar vastas regiões no sul do país.

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A crise no sistema sanitário angolano persiste, apesar das medidas tomadas pelo executivo do Presidente José Eduardo dos Santos para pôr fim à carência de recursos humanos e de materiais básicos como medicamentos nos hospitais públicos de Angola.

A epidemia de febre amarela (178 mortos segundo a OMS) e o incremento dos casos de malária e de cólera aumentaram o número de mortes no país, com destaque para as crianças.

O próprio governador de Luanda, general Higino Carneiro, reconheceu o aumento de mortes nos hospitais da capital angolana, onde segundo o diário O País são realizados mais de 500 funerais diariamente.

A acumulação de lixo e a falta de saneamento básico aumentaram as endemias em Angola neste período de chuvas torrenciais que assolam todo o país.

Em Luanda está em curso a implementação de um programa de emergência de recolha de lixo (em vigor desde sábado 19/03) que envolve efectivos das Forças Armadas e da polícia.

Os partidos políticos da oposição e organizações do sociedade civil - ONGs- apelaram na semana passada ao Presidente José Eduardo dos Santos para que decrete o estado de alerta máximo em Luanda e de calamidade nacional, para fazer face à actual crise no sistema nacional de saúde.

De recordar que a baixa do preço do petróleo mergulhou Angola numa grave crise económica, financeira e social.

 Entretanto, comemorou-se esta terça-feira, 22 de março, o dia mundial da água sob o mote "Água e Empregos: investir em água é investir em empregos". uma questão que preocupa as autoridades angolanas a sociedade civil.

Oiçamos aqui o exemplo da região do sudoeste de Angola, nomeadamente, Huíla, onde se encontra o Pároco de Nossa Senhora de Fátima, do Município dos Gambos, Padre Pio Wacussanga.

 

 

 

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