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Ciência

Angola: défice de vacinas para combater febre amarela

Áudio 09:13
Mosquitos Aedes aegypti
Mosquitos Aedes aegypti REUTERS/Paulo Whitaker

Angola está confrontada com uma grave epidemia de febre amarela, que começou em Dezembro em Viana, nos arredores de Luanda, se estendeu a 16 das 18 províncias angolanas, tendo oficialmente causado 244 mortos, número que é contestado pela oposição para quem milhares de pessoas morreram, tanto mais que a esta epidemia se acresce um forte surto de malária.Para analisar e apoiar a resposta à epidemia de febre amarela, esteve no início deste mês em Luanda uma delegação da OMS, chefiada pela sua directora geral Margareth Chan, que recomendou a vacinação de toda a população angolana e lançou um apelo aos 4 ánicos laboratórios no mundo que fabricam a vacina, para que aumentem a capacidade de produção de forma a travar esta epidemia.Até hoje apenas 1 milhão e 900 mil doses desta vacina chegaram a Angola, afirma a dra. Alda Morais, responsável pelo Programa Nacional de Vacinação, pelo que além da província de Luanda, apenas estão a ser efectuadas campanhas de vacinação em Benguela e no Huambo. 

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