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Angola procura bodes expiatórios para esconder exclusão social

Áudio 13:25
Georges Chikoti, ministro das relações exteriores de Angola
Georges Chikoti, ministro das relações exteriores de Angola Liliana Henriques/RFI

O padre Quintino Candange, director da Rádio Ecclesia em Luanda (católica) acusou esta terça-feira (3/05 em entrevista ao Jornal de Angola) a "União Europeia e organizações internacionais de financiarem orgãos de comunicação social no intuito de provocar uma alternância do poder em Angola" a pretexto de financiamento à democracia e cidadania.A União Europeia desmentiu de imediato esta informação, mas estes propósitos foram reiterados pelo chefe da diplomacia angolana Georges Chikoti que admitiu, citamos que "embora sem informações oficiais, sabemos por algumas vias haver alguma intenção de criar distùrbios em Angola e paises vizinhos".João Alfredo Baruba, secretário-geral do Bloco Democrático (partido de oposição que ainda não reagiu oficialmente a estas declarações) considera como cidadão angolano e politólogo estas declarações "inadequadas e inoportunas...afirmando que o governo está à procura de bodes espiatórios para desviar as atenções do forte descontentamento popular motivado pela exlusão social...mas todo o cidadão de Angola despertou e quer que Angola seja de facto um estado democrático de direito e que haja distribuição equitativa e honesta da riqueza para todos os angolanos". 

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