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União Africana

Terrorismo, crises e conflitos no continente em debate na UA

Moussa Faki Mahamat, presidente da Comissão da União Africana.
Moussa Faki Mahamat, presidente da Comissão da União Africana. Flickr/CC/Chatham House/©Suzanne Plunkett 2017

Começou esta manhã a 29ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana. As delegações dos 55 países que integram o bloco assistiram à cerimónia de abertura, depois de Paul Kagame, presidente do Ruanda, lhes ter apresentado (numa sessão à porta fechada) a reforma institucional da União Africana.

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Durante estes dois dias, as delegações deverão discutir as crises e os conflitos que afectam o continente, bem como os investimentos para a juventude.

No seu discurso de abertura, o presidente da Guiné-Conacri e presidente em exercício da União Africana, Alpha Condé, sublinhou que “investir na juventude, mostra a nossa determinação em apresentar aos jovens um presente aceitável e um futuro melhor”.

Um outro assunto dominante neste encontro de líderes africanos é a paz e segurança do continente.

O presidente da Comissão da União Africana, o chadiano Moussa Faki Mahamat, relembrou a necessidade de “calar as armas em África até 2020”.

Moussa Faki Mahamat, enumerou os diversos conflitos que preocupam a União Africana, bem como a instabilidade política em vários países, entre eles a Guiné-Bissau.

O presidente da Comissão da União Africana apelou, ainda, à solidariedade de todos face à fome que afecta vários países do continente, lembrou que “o drama da Somália, do Sudão do Sul ou do Sahel, interpelam profundamente as nossas consciências”.

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