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Angola

Campanha eleitoral arranca amanhã em Angola

Palácio presidencial, em Luanda
Palácio presidencial, em Luanda LUSA

A campanha eleitoral angolana arranca amanhã com vista às eleições gerais de 23 de Agosto. Durante 30 dias, os seis candidatos à Presidência da República tentarão convencer eleitores.

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A Comissão Nacional Eleitoral (CNE) exortou as seis formações políticas a realizarem campanhas com "argumentos de razão convincentes, sólidos, elevados e honrosos", campanha que arranca formalmente amanhã.

Entre os seis partidos concorrentes às eleições encontram-se os seguintes partidos; Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), no poder desde a independência em 1975, União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), coligação Convergência Ampla de Salvação de Angola - Coligação Eleitoral (CASA-CE), Partido de Renovação Social (PRS), Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), Aliança Patriótica Nacional (APN).

Os cabeças de lista João Lourenço do MPLA está hoje no Bengo provincia de Luanda numa homenagem ao primeiro Presidente Agostinho Neto e abrirá oficialmente a campanha dia 25 no Huambo, Isaías Samakuva da UNITA em Cacuaco, também na província de Luanda, Abel Chivukuvuku da CASA CE e Benedito Daniel do PRS estão na Huila, e Lucas Ngonda da FNLA só começa a campanha a 27 de Julho no Cuito

Entre os seis partidos, a Aliança Patriótica Nacional é o único que concorre pela primeira vez, apesar de o seu líder Quintino Moreira que abre a campanha no Uíge, já ter participado nas eleições de 2008 e 2012 com a extinta Nova Democracia.

Ideias fortes dos programas eleitorais

MPLA promete meio milhão de empregos e rendimento mínimo. UNITA acena com salário mínimo de 500 dólares e governo "sem revanchismos". CASA-CE promete autarquias em 2019 e reforma no governo. PRS propõe uma Angola federal e com subsídio de desemprego. FNLA quer reforma do Estado com primeiro-ministro, parlamento e Senado. A APN propõe a criação de um milhão de empregos e duas capitais no país.

Estado de saúde frágil do Presidente angolano

O estado de saúde do Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, que não se recandidata ao cargo, agravou-se significativamente, avança o semanário português "Expresso".

José Eduardo dos Santos regressou à capital angolana na quarta-feira, depois de ter estado em Barcelona, onde realizou vários exames médicos. O Presidente fez aprovar, ontem, no Parlamento, um decreto que coloca a nomeação de altos responsáveis dos serviços de inteligência e polícia sob a sua alçada.

Ouça a correspondência do nosso correspondente em Luanda, Avelino Miguel.

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