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Angola

Angola: Empresa de pontes paga 4 dos 46 meses em atraso

Logótipo do Banco de Poupança e Crédito de Angola
Logótipo do Banco de Poupança e Crédito de Angola BPC

A Empresa Nacional de Pontes de Angola promete pagar quatro dos 46 meses de salários em atraso a partir desta quinta-feira.

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A empresa promete fazer o pagamento de julho, agosto setembro e outubro de 2015, mas nega que o Ministério da Construção tenha liquidado a sua dívida na totalidade.

A informação é avançada pelo chefe de departamento de contabilidade e finanças da empresa angolana.

Luvualu Michel revela que a falta de liquidez do Banco de Poupança e Crédito (BPC) tem sido o principal factor a atrasar o pagamento.

Michel diz que a empresa espera pela "transferência do BPC para o Banco Angolano de Investimentos (BAI) desde o dia 5 de julho".

No entanto, apenas terça-feira de manhã o BAI confirmou que os valores já estavam "disponíveis na conta da empresa", adianta Luvualu Michel.

Entretanto, a Empresa Nacional de Pontes de Angola está a enfrentar dificuldades na reforma de 65 trabalhadores, face à dívida  para com o Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), que já ronda o meio milhão de euros.

Devido à actual incapacidade financeira da empresa, pendente continua ainda no INSS o subsídio de morte.

Perante a morte de trabalhadores, a empresa não tem dinheiro para comprar um único caixão, nem para pagar o subsídio de morte, adianta Marcelina Gabriel, Chefe dos recursos Humanos da empresa.

A situação tem-se mesmo deteriorado com trabalhadores a morrerem de tuberculose, estando outros num estado de saúde "deplorável", acrescenta Marcelina Gabriel.

Recorde-se que os trabalhadores reallizam uma vigília, há mais de um mês, na sede das instalações da empresa, em Luanda, protestando contra toda a situação. 

 

 

 

 

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