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Angola: Desminagem em risco

Áudio 06:05
Adriano Gonçalves, chefe de Intercâmbio e Cooperação da CNIDAH
Adriano Gonçalves, chefe de Intercâmbio e Cooperação da CNIDAH Rui Martins/RFI

Embora ainda não tenha ratificado, Angola assinou a Convenção de Oslo contra as bombas de fragmentação e tem participado nos diversos encontros da área. Luanda está atrasada no que toca aos trabalhos de desminagem e dificilmente cumprirá o seu objectivo em 2025. Adriano Gonçalves, chefe de Intercâmbio e Cooperação da CNIDAH, Comissão Angolana Intersectorial de Desminagem e Assistência Humanitária, participou em Genebra, Suíça, no Palácio das Nações num encontro para avaliação da situação actual com o Observatório das Minas e Munições.Angola foi dos primeiros países a assinar a Convenção de Oslo em 2008, mas antes de ratificar quer fazer um levantamento geral no que concerne a bombas de fragmentação, prevendo-se a ratificação no próximo ano.Um trabalho de Rui Martins, correspondente em Genebra.

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