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Angola

Governador de Kasai busca saída para refugiados na Lunda norte

Campo de refugiados de Lóvua situado a uma centena de kms da fronteira com a RDC
Campo de refugiados de Lóvua situado a uma centena de kms da fronteira com a RDC RFI/Sonia Rolley

O problema dos refugiados congoleses da RDC, na Lunda norte, levou a essa província angolana, o governador da província do Kasai, na RDC. Desde o ano passado mais de 40 mil congoleses, fugindo à guerra na região do Kasai, refugiaram-se na Lunda norte, mas nos últimos tempos fugiram dos campos de refugiados construídos pela ONU e autoridades angolanas. 

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Continua por resolver a situação de mais de 40 mil refugiados congoleses na província angolana da Lunda norte, idos sobretudo da província do Kasai, na República Democrática do Congo.

Um problema bicudo, que levou a Lunda norte, o governador de Kasai, à procura duma solução para os congoleses, com autoridades locais da província angolana, depois que se soube que a maioria desses 40 mil deslocados desapareceu ou fugiu dos campos de refugiados.

Tudo começou o ano passado, quando esses congoleses, críticos contra o poder do Presidente Joseph Cabila, alegaram estarem a ser vítimas da guerra na região do Kasai, atravessaram a fronteira, rumo a Lunda norte.

De notar que os povos fronteiriços dessa região de Angola e da RDC, pertenceram no passado ao mesmo Reino e têm laços familiares e as mesmas línguas, nomeadamente, o tchokwé, língua das duas Lundas norte e sul de Angola.

Uma região rica em diamantes, controlada por militares angolanos, enquanto o povo das Lundas vive na pobreza e miséria e é frequentemente, perseguido pelos militares e polícias angolanos.

Com a chegada dos mais de 40 mil deslocados a Lunda norte, a situação piorou porque esta província angolana, tinha a viver localmente, cerca de 400 mil congoleses, da RDC ou de origem angolana.

É sobre esta situação que nos fala, José Mateus Zecamutchima, Presidente do Movimento do Protectorado da Lunda norte, que defende que as autoridades devem repatriar esses congoleses e resolver os problemas pendentes da província angolana, que reivindica a sua autonomia. 

 

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