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Angola/Moçambique

Angola e Moçambique na mira da Amnistia Internacional

Logótipo da Amnistia Internacional
Logótipo da Amnistia Internacional Esther Mortes

 No que diz respeito aos PALOP, o relatório anual da ong Amnistia Internacional, apenas cita os casos de Angola e Moçambique denunciando entre outros a repressão de críticos e a expropriação de terrenos em detrimento das populações rurais.

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O relatório anual da ong Amnistia Internacional 2017/2018 sobre o estado dos direitos humanos em 152 países foi divulgado esta quinta-feira (22/02) e em relação aos países afro-lusófonos, esta questão foi apenas analisada em Angola e Moçambique.

Paulo Fontes, director de comunicação da Amnistia Internacional em Portugal, admite que em Angola e Moçambique há problemas comuns em termos de violação de direitos humanos como "a repressão da actuação dos defensores de direitos humanos e de activistas, questões relacionadas com a liberdade de expressão e de associação...questões ligadas àposse da terra e à aquisição de terras por grupos económicos, que são tranversais aos dois países e são problemas que continuam e que são plasmados no nosso relatório".

Em Angola o destaque vai para a expropriação de comunidades rurais de terrenos destinados a mega-projectos agro industriais, a repressão de activistas e de defensores de direitos humanos e o uso da legislação para silenciar críticos ao regime, mas a Amnistia Internacional admite que desde a eleição de João Lourenço "tem havido alguns sinais de mudança...mas por vezes dúbios".

Em Moçambique a principal denúncia vai para a discriminação sofrida pelos albinos, com 13 mortes em 2017 sobretudo motivadas por mitos e superstições, mas sem qualquer responsabilização dos autores, aumento da taxa de homicídios de mulheres, mas também a expropriação de terras para mega projectos essencialmente de exploração mineira em detrimento das populações.

 

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