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Angola

Professores universitários de Angola ameaçam fazer greve

Faculdade de direito da Universidade Agostinho Neto em Luanda
Faculdade de direito da Universidade Agostinho Neto em Luanda DR

Após contactos infrutíferos esta semana com o governo angolano, o SINPES, sindicato dos professores universitários de Angola, pondera a possibilidade de convocar no final deste mês uma nova greve para reclamar nomeadamente o pagamento de mais de 7 anos de subsídios em atraso bem como a adopção e aplicação de um novo estatuto de carreira docente.

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Relativamente a estas reivindicações que já foram o motivo de outros bloqueios nos últimos anos, Carlinhos Zassala, secretário do SINPES para a primeira região académica Luanda/Bengo, estima designadamente que o Estado Angolano deve aos professores um total de "mais de 3 biliões de Kwanzas" de subsídios por pagar. Ao sublinhar por outro lado a importância de aumentar a base das remunerações dos professores universitários, o sindicalista refere que "neste momento, um assistente estagiário, que é a primeira categoria na carreira docente, tem um salário muito inferior a um licenciado do ensino geral".

Carlinhos Zassala acrescenta também reclamações quanto às condições de trabalho dos professores universitários e à ausência de novas contratações e, ao falar de uma "situação impossível", refere que se até ao final do mês não se tiver chegado a um acordo com o executivo, será convocada uma Assembleia Geral dos membros do SINPES no intuito de se pronunciarem sobre o lançamento de uma nova greve.

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