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CPLP

CPLP: Angola em 2020 é "cereja em cima do bolo"

Presidente da República de Angola, João Lourenço
Presidente da República de Angola, João Lourenço TIAGO PETINGA/LUSA

Angola faz um balanço positivo da Cimeira da CPLP. O ministro angolano das Relações Exteriores fala em “cereja em cima do bolo” com a escolha de Angola para a próxima liderança do bloco lusófono.

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Angola ficou satisfeita com o resultado da Cimeira da CPLP. O ministro angolano das Relações Exteriores, Manuel Augusto fala em “cereja em cima do bolo” com a escolha de Angola para a próxima liderança do bloco lusófono.

“A cereja em cima do bolo foi a escolha de Angola para a próxima presidência da CPLP, após o fim do mandato do Cabo Verde. Não estava na nossa agenda, não era sequencialmente a nossa vez, mas numa demonstração de confiança na nova dinâmica que se vive em Angola houve unanimidade”, explicou o chefe da diplomacia angolana.

Questionado sobre se a CPLP vai ajudar financeiramente a Guiné-Bissau na realização das próximas eleições legislativas, previstas para 18 de Novembro, Manuel Augusto sublinhou que “todos os países comprometeram-se, dentro das suas possibilidades, em contribuir, mas também todos os países pensam que na Guiné-Bissau não há só falta de recursos financeiros".

"Queremos que a vontade política dos vários actores políticos da Guiné-Bissau, se exprima em acções que contribuam para que as eleições tenham lugar a 18 de Novembro, que decorram de forma pacífica e que os resultados sejam aceites como justos. (...)  vamos dar ajuda financeira mas vamos procurar que essa ajuda financeira seja correcta e devidamente utilizada para os fins a que se propõe”, acrescentou.

As eleições legislativas na Guiné-Bissau estão orçadas em cerca de 7,8 milhões de dólares (cerca de 6,6 milhões de euros). Em Cabo Verde, o Presidente guineense, José Mário Vaz, pediu um apoio de três milhões de euros.

A XII Cimeira de Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, decorreu a 17 e 18 a ilha do Sal, Cabo Verde. No encontro, Cabo Verde assumiu a presidência rotativa da organização, por um período de dois anos, com o lema "Cultura, Pessoas e Oceanos.

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