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Angola/Alemanha

Angola quer investimento alemão

João Lourenço e Angela Merkel em declarações aos jornalista. Berlim, 22/08/18
João Lourenço e Angela Merkel em declarações aos jornalista. Berlim, 22/08/18 REUTERS/Hannibal Hanschke

O Presidente angolano, João Lourenço, começou hoje uma visita oficial de dois dias à Alemanha, a convite da chanceler alemã Angela Merkel, deslocação encarada com a expectativa de atrair investimento alemão para Angola.

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Logo após o encontro com a chefe do Governo da Alemanha, Joäo Lourenço sublinhou a necessidade de atrair investimento alemão: “Salientamos a necessidade de atrair o investimento privado alemão, para praticamente todos os domínios da nossa economia: para as infra-estruturas; na modalidade de parceria público-privada; de construir, operar e transferir; nas infra-estruturas de estradas e caminhos-de-ferro; produção, transporte e distribuição de energia eléctrica; na indústria do ferro e do aço; no turismo - onde Angola tem grandes potencialidades – e, também, na área da defesa”.

De salientar que João Lourenço é acompanhado por uma importante delegação, vários ministros, assim como todos os directores de todas as empresas públicas angolanas, incluindo as respectivas entourages. João Lourenço e algumas dessas personalidades assistiram na manhã desta quarta-feira à abertura de um “Fórum Económico Angola-Alemanha”.

João Lourenço está há menos de um ano na Presidência e já visitou a França e a Bélgica. Veio agora à Alemanha e deverá ainda ir a Portugal até ao final do ano.

Em 2014, João Lourenço já visitou uma vez a Alemanha: na altura como ministro da defesa, tendo assinado um acordo de cooperação militar com a Alemanha, país que já há anos se tem mostrado interessado em vender fragatas militares e outro material bélico. Os esforços têm-se revelado, no entanto, infrutíferos até à data, apesar o "lobbying" maciço das empresas alemãs.

Amanhã, no segundo e último dia desta visita, estão programados encontros entre João Lourenço e o presidente alemão Frank-Walter Steinmeier, assim como alguns representantes da comunidade angolana radicada na Alemanha.

Com a colaboração em Berlim de António Cascais.

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