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Portugal

"Corridas verdes" abrem novos negócios em Paris

O novo carro da DS Techeetah Formula E Team conta com o patrocínio da empresa Efacec. Paris Motor Show. Outubro de 2018.
O novo carro da DS Techeetah Formula E Team conta com o patrocínio da empresa Efacec. Paris Motor Show. Outubro de 2018. DS Techeetah Formula E Team

A empresa portuguesa Efacec quer entrar no mercado asiático e vai apoiar a equipa chinesa DS Techeetah Formula E Team, detentora do título de corridas elétricas Fórmula E. O carro tem tecnologia da francesa DS Automobiles, do grupo PSA, dirigido por Carlos Tavares, e está em exposição no 'Mondial Paris Motor Show', em Paris.

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A empresa portuguesa Efacec, detida maioritariamente (66,1% do capital) pela Winterfell Industries - a companhia cuja principal accionista é a angolana Isabel dos Santos - apresentou no 'Mondial Paris Motor Show', em Paris, a sua nova parceria.

A empresa vai apoiar a equipa chinesa DS Techeetah Formula E Team, detentora do título de corridas elétricas Fórmula E, graças a um acordo com a empresa China Media Capital. O carro tem tecnologia da francesa DS Automobiles, do grupo PSA, dirigido pelo português Carlos Tavares.

O veículo vai ser usado na 5.ª temporada da Fórmula E, conhecida como "a fórmula 1 dos carros elétricos" e que pretende ser uma rampa de lançamento da marca portuguesa nos mercados asiáticos.

Isto é uma porta de entrada para o mercado asiático, para novas parcerias, para novos desenvolvimentos em tecnologia - o que quer que eles sejam, mas desde logo os da mobilidade elétrica, é evidente -, mas tudo isto é um manancial de oportunidades que nós queremos explorar desde o primeiro minuto", de acordo com Ângelo Ramalho, presidente executivo da Efacec.

Isabel dos Santos, filho do ex-presidente angolano José Eduardo dos Santos, é a principal acionista da empresa. O novo presidente, João Lourenço, retirou-lhe a liderança da petrolífera estatal, a Sonangol, e também revogou uma série de contratos que ela tinha assinado em Angola. Também os seus irmãos José Filomeno dos Santos, Welwitshea ‘Tchizé’ e José Paulino dos Santos se viram afastados de empresas estatais.

Questionado sobre se a EFACEC está preocupada, Ângelo Ramalho afirmou que “o mercado de Angola nunca foi um mercado referencial” para a empresa.

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