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Angola: denúncias de vandalismo e atrocidades nas Lundas

Áudio 09:02
Logótipo do Movimento do Protectorado da Lunda Tchokwe
Logótipo do Movimento do Protectorado da Lunda Tchokwe DR

Em Angola prossegue a luta contra a imigração ilegal, através das operações Transparência, que desde 25 de Setembro levou à expulsão de mais de 380 mil imigrantes, na sua maioria congoleses, mas não só, sobretudo nas regiões diamantíferas das Lundas e por vezes com registos de violações de direitos humanos, acrescida desde esta terça-feira (30/10) pela Operação Resgate, que vai ser implementada em todo o país.José Mateus Zecamutchima, presidente do Movimento do Protectorado da Lunda Tchokwe, que reivindica a autonomia desta região de Angola, fronteiriça com a RDC denuncia vandalismos, atrocidades e outras violações de direitos humanos perpetradas nas Lundas, contra congoleses, mas também angolanos e guineenses durante a Operação Transparência que continua, e que segundo ele, não foi preparada, teme "revanches e mais problemas" e aconselha ponderação ao Presidente Joao Lourenço, culpando o MPLA pela actual situação no país.

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