Acesso ao principal conteúdo

Enchentes são primeiro teste de Dilma, diz Le Figaro

A presidenta Dilma Rousseff visita áreas atingidas pelas chuvas, no município de Nova Friburgo, na região serrana fluminense
A presidenta Dilma Rousseff visita áreas atingidas pelas chuvas, no município de Nova Friburgo, na região serrana fluminense Valter Campanato/ABr

As chuvas torrenciais que atingem a região serrana do Rio de Janeiro e já causaram mais de 500 mortes continuam repercutindo na imprensa europeia.

Publicidade

Para Le Figaro, a polêmica apenas começou, já que, a cada verão, o estado do Rio é atingido por fortes chuvas que causam vítimas fatais, sem que nenhuma decisão seja tomada para evitar as tragédias. A correspondente do jornal entrevistou a moradora de Teresópolis Isabel Cristina, de 40 anos, que está inconsolável. Uma de suas filhas gêmeas, de 5 anos, morreu quando sua casa foi inundada. O jornal católico La Croix faz um balanço das mortes durante as chuvas no Rio e o econômico Les Echos traz em destaque a foto de uma estrada destruída por um deslizamento de terra.

O site do jornal inglês The Guardian mostra Dilma, em Nova Friburgo, ao lado de Cabral. O diário destaca que para a presidente, a questão da ocupação ilegal nos morros é uma das grandes responsáveis pela tragédia. “Quando não há política de habitação, onde é que as pessoas que ganham menos de dois salários-mínimos vão viver?” é a pergunta de Dilma reproduzida pelo Guardian.

A mídia francesa acompanha com atenção os relatos da imprensa brasileira, citando relatos e mostrando imagens, como a do resgate da dona de casa Ilair Pereira de Souza, 53 anos, que foi pega de surpresa pelas águas que arrastavam sua casa em São José do Vale do Rio Preto. Ela agarrava seu cachorro, que acabou sendo levado pela enchente. Outra cena é a do bebê de seis meses resgatado vivo de escombros.

A Rádio França Internacional também está na região afetada, com reportagens e depoimentos de vítimas. Ouçam trechos abaixo.

 

Página não encontrada

O conteúdo ao qual pretende aceder não existe ou já não está disponível.