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Universidades/Ranking

Curso de Medicina da USP se mantém entre os 100 melhores do mundo

A USP ficou em 102° no classificação geral e sua faculdade de Medicina em 76° lugar no ranking.
A USP ficou em 102° no classificação geral e sua faculdade de Medicina em 76° lugar no ranking. www4.usp.br

A universidade de Xangai divulgou neste domingo o ranking das 500 melhores instituições universitárias do planeta. O topo da lista continua dominado pelas faculdades norte-americanas, que ocupam sete dos dez primeiros lugares na classificação. O curso de medicina da Universidade de São Paulo (USP), que ficou na 76ª posição, é o único brasileiro do top 100.

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A faculdade de medicina da USP ficou no 76° lugar do ranking organizado pela Universidade de Xangai, que desde 2003 seleciona as 500 melhores instituições universitárias do mundo. A USP ficou na 102ª posição na classificação geral. A lista das brasileiras é completada pela Unicamp (201ª), a Unesp de São Paulo e as Federais de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, que empataram na 301ª posição, e a Federal do Rio Grande do Sul, no 401° lugar da classificação geral. 

Das 500 universidades selecionadas, 151 são norte-americanas, 39 alemãs e 37 britânicas. Segundo a pesquisa, as quatro melhores universidades do mundo estão nos Estados Unidos, com Harvard em primeiro lugar, Stanford em segundo, MIT em terceiro e Berkeley em quarto. Em quinta posição vem a britânica Cambridge, seguida por mais quatro norte-americanas, e outra britânica – Oxford –, que aparece na décima posição.

A supremacia “anglo-britânica” só é quebrada a partir do vigésimo lugar da lista, pela Universidade de Tóquio (21ª), que caiu uma posição com relação ao ranking de 2010. Já os chineses estão cada vez mais presentes. Com 35 estabelecimentos em 2011 (contra 22 no ano passado), o país asiático já é o quarto na classificação geral em número de instituições. Já a França, conhecida por sua tradição universitária, conta apenas com três estabelecimentos no top 100. A Sorbonne não faz parte do top 500.

Críticas

O ranking realizado pela Universidade de Xangai vem sendo alvo de algumas críticas, principalmente quanto aos critérios de avaliação que, segundo os opositores do método, valorizam mais a pesquisa que a qualidade do ensino. Para realizar sua classificação, a comissão chinesa leva em conta o número de prêmios Nobel conquistados pela instituição, as medalhas Fields (uma espécie de Nobel da matemática) e os artigos publicados pelos pesquisadores em revistas científicas em inglês, o que excluiria várias instituições. 

Veja o Ranking 2011

 

 

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