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França/Brasil

Diretor do Instituto Lula nega ameaça de morte a Valério

Presidenta Dilma Rousseff na abertura do " Fórum pelo progresso social: o crescimento como saída da crise", co-organizado pelo instituto Lula e pela fundação Jean Jaurès.
Presidenta Dilma Rousseff na abertura do " Fórum pelo progresso social: o crescimento como saída da crise", co-organizado pelo instituto Lula e pela fundação Jean Jaurès. Roberto Stuckert Filho/PR

Paulo Okamotto, diretor do Instituto Lula, foi o único brasileiro presente à abertura do Fórum pelo Progresso Social: o crescimento como saída da crise, esta tarde em Paris, a comentar as recentes acusações do empresário Marcos Valério envolvendo Lula no esquema do mensalão. Dilma Rousseff, que inaugurou o evento ao lado do presidente francês François Hollande, não falou com a imprensa. O ex-presidente Lula também evitou os jornalistas.

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O diretor do Instituto Lula, Paulo Okamotto, que é um dos organizadores do Fórum pelo Progresso Social: o crescimento como saída da crise, foi o único a falar até agora sobre as recentes acusações do empresário Marcos Valério. Segundo a imprensa brasileira de hoje, Valério afirma que o esquema do mensalão pagou despesa pessoal de Lula.

O operador do mensalão também teria dito no depoimento à Procuradoria Geral da República que Paulo Okamotto o teria ameaçado de morte. Este novo depoimento de Marcos Valério foi feito 24 de setembro, dias após ter sido condenado pelo STF no julgamento do mensalão.

Esta tarde em Paris, Paulo Okamotto, negou também que tivesse afirmado que integrantes do PT queriam o operador do mensalão morto. Falou que encara as novas revelações de Valério como “uma tentativa legítima de amenizar sua pena, de não pegar 40 anos de prisão”. Ele disse que está tranquilo porque “não houve denúncia, somente um declaração.”

Fórum pelo Progresso Social

A presidente brasileira fez o discurso de abertura do Fórum pelo Progresso Social: o crescimento como saída para a crise, organizado pelo Instituto Lula e pela Fundação Jean Jaurès. O evento foi inaugurado na tarde desta terça-feira, primeiro dia da visita de Estado de Dilma Rousseff à França.

A presidente disse que França e Brasil estão em sintonia nos caminhos a serem adotados para superar a crise econômica. Defendeu a união bancária na zona do euro e possibilidade do BCE emitir títulos das dívidas de países do bloco. Dilma ressaltou que a superação da crise econômica na zona do euro é muito importante para o Brasil. Ela lembrou todos os pontos em comum entre os dois países e pediu a continuidade da cooperação bilateral para construir alianças mais fortes.

O presidente francês, François Hollande, que também participou da abertura do Fórum esta tarde, onde voltou a defender o crescimento econômico como saída para a crise. No final da inauguração do evento, Dilma e o ex-presidente Lula, que também estava presente, saíram sem falar com a imprensa.

No final desta tarde, a presidente Dilma está sendo recebida pelo por François Hollande no Palácio do Eliseu. Os dois líderes vão assinar uma série de acordos para reforçar a cooperação bilateral e em seguida devem falar à imprensa.

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