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Papa/JMJ

Jornada Mundial da Juventude começa com missa em Copacabana

Estátua de areia do papa Francisco na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.
Estátua de areia do papa Francisco na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. REUTERS/Sergio Moraes

A Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que levou o papa Francisco ao Brasil, começa oficialmente nesta terça-feira com uma missa campal na praia de Copacabana, celebrada pelo arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani Tempesta. Após a longa viagem até o Rio e o contato com a multidão e o encontro com autoridades na segunda, o papa vai tirar a terça para descansar.

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Ele permanece na residência de Assunção, propriedade da Arquidiocese do Rio, no bairro do Sumaré. O pontífice deve receber religiosos ao longo do dia. O próximo compromisso externo do papa será nesta quarta de manhã, quando ele irá até Aparecida do Norte (SP) para celebrar uma missa no Santuário Nacional de Nossa Senhora de Aparecida.

Na quinta-feira, é a vez do papa ir até a praia de Copacabana e desfilar pela cidade novamente no papamóvel. No domingo, ele celebra a missa de encerramento da JMJ.

O papa deve receber ainda visitas de presidentes de outros países latino-americanos, como Argentina, Chile e Panamá.

Destemor

Segundo o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, o papa Francisco não sentiu medo ao ter o seu carro cercado por fiéis quando chegava ao centro do Rio de Janeiro, logo após desembarcar no país, na base aérea do aeroporto do Galeão. Lombardi assegurou que quem ficou preocupado com a situação foram os assessores do pontífice, mas que Francisco gostou do “entusiasmo” da população brasileira. Nas proximidades do Palácio Guanabara, houve confronto entre manifestantes e a polícia.

O veículo Fiat Idea no qual o papa se deslocava até o centro do Rio foi cercado por dezenas de pessoas ao chegar na Avenida Presidente Vargas, que não tinha isolamento policial. Com a aproximação dos fiéis, o carro desacelerou e acabou bloqueado pelos fiéis, que queriam tocar e falar com o pontífice. Lombardi lembrou que já houve uma situação semelhante em Roma e o papa a considera “normal”.

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