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PIB/Brasil

PIB brasileiro cresce 2,3% em 2013 e confirma expectativa de analistas

O crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em 2013 foi de 2,3%
O crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em 2013 foi de 2,3% , Reuters / David Rohde

O PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil cresceu 2,3% em relação ao ano anterior. O dado confirma a projeção feita pelo FMI (Fundo Monetário Internacional) que já havia revisto o indicador para baixo em janeiro deste ano. No quarto trimestre, o PIB (conjunto de bens e serviços produzidos no país) teve alta de 0,7% em relação aos três meses anteriores, informou o IBGE nesta quinta-feira (27).

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Pelo terceiro ano consecutivo, a economia brasileira registrou crescimento. Embora moderada, a taxa mantém o Brasil como primeira economia da América Latina e sétima potência econômica mundial. Em 2012 e 2011, o PIB brasileiro cresceu, respectivamente, 1% e 2,7% depois de uma forte alta de 7,5% em 2010.

No ano passado, a agricultura foi o setor que mais cresceu (7%) contra 2% de crescimento no setor de serviços e 1,3% na indústria em geral. Na apresentação dos dados, porém, o IBGE detalhou o desempenho industrial no Brasil no ano passado. “A indústria de transformação apresentou crescimento de 1,3%. O seu resultado foi influenciado pelo aumento da produção de máquinas e equipamentos; material eletrônico e equipamentos de comunicação; outros equipamentos de transporte; perfumaria; refino de petróleo e álcool; e produtos de madeira”, destaca o IBGE.

No quarto trimestre do ano passado, o PIB cresceu 0,7% depois de uma queda de 0,5%. O dado superou as estimativas dos analistas que esperavam uma alta de, no máximo, 0,5%.

Taxa de juros

Na véspera do anúncio do PIB, o Copom elevou a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual aumentdo a taxa anual para 10,75% sem viés. Em comunicado, o Banco Central justificou: “Dando prosseguimento ao processo de ajuste da taxa básica de juros, iniciado na reunião de abril de 2013, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic”.

Já para a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) a alta da taxa de juros não é justificável. “A atividade econômica está esfriando e, pelo visto, teremos mais um ano de crescimento abaixo da média mundial. Este novo aumento dos juros, embora menor que os anteriores, dificulta ainda mais a retomada”, afirmou Paulo Skaf, presidente da FIESP.

 

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