Acesso ao principal conteúdo
Brasil/Aviação

Embraer fecha venda de 50 jatos para companhia regional americana

Avião modelo E175 da Embraer.
Avião modelo E175 da Embraer. Creative Commons/ wikimédia

A companhia americana Republic Airways anunciou a compra de 50 jatos E175 da Embraer por um montante estimado em US$ 2,1 bilhões. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (17) pelas duas empresas. Além dessa encomenda fechada, a companhia americana de voos regionais manteve 32 opções de compra de modelos E175 da Embraer.

Publicidade

Em seu comunicado, o presidente da Embraer, Paulo Cesar Silva, comemorou esse novo contrato afirmando que a fabricante brasileira, líder mundial no segmento de aparelhos de 70 a 130 lugares, "demonstrou capacidade para responder às necessidades das companhias no exigente mercado regional norte-americano".

A Republic Airways, com sede em Indianápolis, confirmou a transação, acrescentando que os aparelhos comprados terão 76 assentos e deverão ser entregues entre julho de 2015 e agosto de 2017.

A companhia americana elogiou as melhorias aerodinâmicas feitas no modelo, que permitem reduzir o consumo de combustível.  Em janeiro do ano passado, a Republic Airways já havia adquirido 47 jatos da Embraer e feito opções sobre outros 47 pelo preço de catálogo de US$ 4 bilhões.

Segundo a Embraer, os aviões serão operados pela United Airlines, por meio da marca United Express. A Republic Airways controla três linhas aéreas (Chautauqua Airlines, Republic Airlines e Shuttle América), que operam uma frota de cerca de 250 aviões. Juntas, elas oferecem mais de 1.300 voos diários para 110 destinações nos Estados Unidos, Canadá e Caribe, em colaboração com empresas associadas como American Eagle, Delta Connection, United Express e US Airways Express.

Flybe desiste de compra

Em um outro comunicado divulgado nesta quarta-feira, a companhia britânica Flybe anunciou ter desistido de comprar 20 jatos E-175 da Embraer. A empresa trocou os aviões brasileiros por 24 aviões a hélice Q400 fabricados pela concorrente canadense Bombardier.

Página não encontrada

O conteúdo ao qual pretende aceder não existe ou já não está disponível.