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Cabo Verde

Tribunal cabo-verdiano condenou os seis arguidos do processo "Perla Negra"

Reuters

Os seis arguidos envolvidos no processo “Perla Negra”, a segunda maior apreensão de droga em Cabo Verde, foram, hoje, condenados a penas de prisão efectiva de 15 e 16 anos pelo Tribunal da Comarca de São Vicente.

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Um ano depois da Polícia Judiciária Cabo-Verdiana efectuar a segunda maior apreensão de droga no país - 521 quilos de cocaína numa das praias da ilha de São Vicente - o tribunal condenou, nesta sexta-feira, a duras penas de prisão os seis arguidos do processo “Perla Negra”.

A maior pena foi para empresário cabo-verdiano Alexandre Borges, condenado a 16 anos de prisão efectiva, pelos crimes de tráfico de droga de alto risco, associação criminosa, lavagem de capitais e posse de armas de guerra.

Os outros cinco arguidos todos estrangeiros; os espanhóis Juan Bustus e Carlos Ortega, tripulantes do veleiro que terá transportado a droga; o cubano, Ariel Benitéz; o sueco Patrick Kamarow e o espanhol José Villalonga foram todos condenados a 15 anos de prisão por tráfico de droga de alto risco e associação criminosa, sendo que Villalonga foi ainda condenado pelo crime de posse ilegal de arma.

As penas de 15 e 16 anos de prisão efectiva, foram inferiores ao solicitado pelo Ministério Público que nas alegações finais pediu, no mínimo, 18 anos de cadeia para todos os arguidos.

Em declarações à imprensa os advogados de defesa afirmaram que vão recorrer da sentença.

Os bens confiscados aos arguidos do processo de tráfico internacional de drogas conhecido como “Perla Negra” foram declarados perdidos à favor do Estado.

Mais pormenores com o nosso correspondente, Odair Santos.

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