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Angola

Governadora proíbe marcha em Cabinda

Raúl Danda, vice-Presidente da Unita, eleito deputado pelo círculo de Cabinda, em Angola
Raúl Danda, vice-Presidente da Unita, eleito deputado pelo círculo de Cabinda, em Angola DR

A Governadora provincial de Cabinda, proíbiu uma marcha pelos direitos humanos que estava prevista para este sábado, 12 de dezembro, desrespeitando este direito constitucional, tanto mais que não prestou esclarecimentos sobre a gravidade ou não da  manifestação.

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sem prestar qualquer esclarecimento,  o Governo provincial de Cabinda, proíbiu uma marcha que estava marcada para este sábado, 12 de dezembro, no quadro do Dia Internacional dos direitos humanos, assinalado a 10 de dezembro, desde 1950, por decisão da ONU.

Os manifestantes, queriam aproveitar esta temática dos direitos humanos, para reclamar a libertação do activista de Cabinda,  Marcos Mavungo, mas exigir igualmente melhores condições de vida para os habitantes da província angolana, que sofrem problemas de desemprego, agressões pela polícia que não respeita a dignidade humana.

Os organizadores da marcha, queriam também solidarizar-se com trabalhadores do sector do saneamento em Cabinda, que não auferem os seus ordenados e subsídios, há 8 meses, assim como com os desempregados do Campo Petrolífero Malonho.

Mas a realidade dos factos é que a "Governadora provincial de Cabinda, resolveu proíbir a marcha, contrariando a constituição..."

(...) E porque tal como se tornou hábito só são autorizadas as marchas e as manifestações para enaltecer o Presidente da república", declarou em entrevista à RFI, Raúl Danda, eleito vice-Presidente da UNITA, no seu recente Congresso, e que se encontra em Cabinda, para reuniões com estruturas do seu partido.

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