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CABO VERDE

Estados Unidos desaconselham Cabo Verde às grávidas

Mosquito que transmite o vírus Zika
Mosquito que transmite o vírus Zika © OPS/OMS

As autoridades sanitárias dos Estados Unidos incluíram Cabo Verde na lista dos países que as mulheres grávidas devem evitar devido ao surto de zika, que tem sido associado a malformações em recém-nascidos.

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O Governo de Cabo Verde desdramatiza a recomendação dos Estados Unidos e o infecciologista, Jorge Barreto do ministério da Saúde, disse em que conferência de imprensa que não se registou no país nenhum caso de microcefalia em fetos.

O Ministério da Saúde alerta que não se registou nenhum caso de vírus Zika nas ilhas com forte peso turístico como Sal e Boa Vista e nem nas ilhas de São Vicente, São Nicolau, Santo Antão e Brava.

Nas ilhas onde há registo de casos de Zika, como Santiago, o número de pessoas contaminadas baixou.

Por outro lado, a partir de agora Cabo Verde passa a exigir o cartão de vacina internacional aos cidadãos de países endémicos ou com casos confirmados de febre-amarela, como Angola.

Esta é uma das medidas anunciadas, nesta segunda-feira, pelo ministério da Saúde para fazer face ao recente surto de febre-amarela no município de Viana, em Angola e que num mês provocou a morte de sete pessoas.

Confira aqui a crónica audio de Odair Santos, correspondente em Cabo Verde.

De acordo com a OMS o surto de Zika deve-se espalhar a todos os países da América, com excepção do Canadá e do Chile.

Em Cabo Verde registaram-se 4 182 casos do vírus nos últimos dois meses, de acordo com as autoridades.

Por outro lado estas exigem agora mais documentação na área da saúde.

É que o surto da febre amarela que assola a província de Luanda, em Angola, e que já causou a morte a 70 pessoas em 20 casos levou a que Cabo Verde exigisse para entrar no país o cartão de vacina contra esta doença cujo vector é o mesmo do vírus zika ou seja o mosquito aedes aegypti, que transmite também a malária, o chicungunya e a dengue.

 

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