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Atentado Nice

Continua a investigação ao atentado de Nice

Valery HACHE / AFP

Continua a investigação acerca do atentado de Nice que matou 84 pessoas nesta cidade do sul da França na noite de quinta-feira, à margem dos festejos do dia nacional. Cabo Verde tem meios no terreno para responder às necessidades da família cabo-verdiana afectada pelo ataque.

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O tunisino teria planificado o atentado ao pormenor e enviado mensagens de tipo sms a possíveis cúmplices que as autoridades francesas continuavam a tentar identificar.

Pouco antes do atentado Mohamed Lahouaiej Bouhlel enviou uma mensagem por telemóvel congratulando-se com a aquisição de uma pistola de calibre 7.65 e referia-se também a outras armas.

Outro elemento a ser averiguado é uma fotografia sua ao volante de um camião entre 11 e 14 de Julho.

Bouhlel teria ido ao local com o seu camião na véspera e na antevéspera do sucedido.

Neste domingo continuam sob custódia policial 6 pessoas, após a libertação da ex-esposa do autor do atentado. Entre eles figura um albanês de 38 anos, detido esta manhã, e que é suspeito de ter fornecido a pistola ao autor do massacre de Nice. 

Entre as vítimas mortais do ataque estão cabo-verdianos, uma mulher morreu e uma criança continua desaparecia. 

Luís Filipe Tavares, ministro dos Negócios Estrangeiros de Cabo Verde, dá-nos conta dos meios no terreno para responder às necessidades da família afectada pelo ataque.

O chefe da diplomacia de Cabo Verde, Luís Filipe Tavares, encontra-se em Kigali, Ruanda, no âmbito da Cimeira da União Africana.

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