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Cabo Verde / Independência

Cabo Verde celebra 42º aniversário da independência

Presidente cabo-verdiano participou na sessão solene do dia da independência
Presidente cabo-verdiano participou na sessão solene do dia da independência AFP

O aniversário dos 42 anos da independência de Cabo Verde ficou marcado pela manifestação da população de São Vicente, que saiu às ruas da cidade do Mindelo a reivindicar maior autonomia e menos centralismo.

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A manifestação foi convocada através das redes sociais pelo movimento Sokols 2017, tendo como mentor Salvador Mascarenhas.

Este reagiu à grande adesão da população e, em declarações à imprensa, na língua cabo-verdiana, disse que o  País e o povo não podem estar atrelados aos partidos políticos que têem uma agenda que nada tem a ver com os anseios da população, e é preciso inverter o processo.

Num outro registo, dirigindo - se aos manifestantes, Salvador Mascarenhas afirmou que São Vicente tem que ter mais autonomia, Cabo Verde tem que ser um País descentralizado, equilibrado e justo.

Também em São Nicolau, o movimemto Por São Nicolau promoveu uma macha. Os manifestantes exigiram transporte de e para a ilha de São Nicolau, emprego e saúde.

Já a manifestação da população de Chã das Caldeiras, na ilha do Fogo, agendada para esta quarta-feira, exigindo das autoridades locais e centrais, mais diálogo, transparência e respeito na resolução dos seus problemas, foi desmobilizada, segundo os organizadores porque os moradores estão envolvidos na faina agricola.

A nível das celebrações oficiais, o Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca , considerou hoje o 5 de Julho como um “marco de sintonia” de todos os cabo-verdianos, e da unificação com o mundo pela sua “rica diversidade”.

Jorge Carlos Fonseca, que discursava hoje na sessão solene da Assembleia Nacional alusiva ao 42°aniversário da Independência Nacional, disse ainda que tem acompanhado os esforços do Governo mas que é preciso fazer muito mais :

 

Jorge Carlos Fonseca disse que o Governo deve dialogar mais com a população e explicar as razões que os problemas não são resolvidos de imediante. Só assim, conforme Fonseca se reduz os níveis de ansiedade criada pelas promessas eleitorais.

 

Em reacção ao discurso do Presidente da República, na sessão solene da Assembleia Nacional alusiva ao 42º aniversário da Independência Nacional, o Primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, disse que está no inicio da Governação, mas as palavras do Chefe de Estado são convergentes com o que o executivo procura:

Com a colaboração de Odair Santos, correspondente em Cabo Verde.

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