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Cabo Verde

Irregularidades nas contas do Fundo do Ambiente em Cabo Verde

Ministro do governo anterior do PAICV a contas com a justiça por má gestão de fundo ambiental
Ministro do governo anterior do PAICV a contas com a justiça por má gestão de fundo ambiental canva/ pixabay/rfi

Em Cabo Verde o Tribunal de Contas detecta “muitas ilegalidades e irregularidades” nas contas do Fundo do Ambiente e ordena que o ex-ministro da pasta, Antero Veiga e o ex-director geral do sector, Moisés Borges do tepo da governação do PAICV, reponham cerca de 500 mil contos do dito Fundo do Ambiente. 

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O Tribunal de Contas confirmou, hoje, a existência de muitas irregularidades nas contas do Fundo do Ambiente referentes aos anos de 2012 a 2014. Altura em que Antero Veiga era ministro do Ambiente, Habitação e Ordenamento do território e Moisés Borges, Diretor Geral do Ambiente e gestor do referido fundo.

O Tribunal de Contas decidiu, por causas dessas muitas irregularidades não homologar as referidas contas.

Segundo o relatório disponível no site do Tribunal de Contas, não houve respeito pelos pressupostos estabelecidos.

O Tribunal de Contas pede que os relatórios de 2012, 2013 e 2014 seja remetidos ao Ministério Público.

O TC aponta o antigo ministro Antero Veiga e o seu ex-Diretor Geral do ambiente, Moisés Borges, o ex-Diretor Geral do Planeamento e Orçamento Nilton Dias e Tatiana Pires Neves como os principais responsáveis e deverão repor cerca de 500 mil contos.

Estima-se que em 2012 o desvio foi de 28 mil contos, em 2013 aumentou para cerca de 128 mil contos e em 2014 disparou para mais de 344 mil.

De Cabo Verde, o nosso correspondente, Orfeu Lisboa.

 

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