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Portugueses retidos no Jibuti nāo sāo prioritários para sair do país

Áudio 05:24
Djibouti deveria continuar a ser uma das principais bases francesas no estrangeiro. (ilustraçāo9
Djibouti deveria continuar a ser uma das principais bases francesas no estrangeiro. (ilustraçāo9 Wikimédia/CC

No Jibuti, região estratégica do Corno de África, encontram-se oito portugueses e um francês retidos no país, a trabalhar na manutenção de helicópteros da força área francesa.

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Esta terça-feira, o Jibuti anunciou quatro casos de Covid-19 no país. O Presidente Ismaël Omar Guelleh encerrou a 18 de Março o aeroporto. Entretanto foi decretada uma semana de folgas para os funcionários, excluindo os profissionais de saúde, polícia e militares. Os bares e restaurantes fecharam portas e há patrulhamento nas ruas.

O técnico de qualidade da OGMA - Indústria Aeronáutica de Portugal - Joāo Nogueira quer regressar a Portugal, mas nāo sabe quando, como explica "os franceses têm prioridade nos voos militares e portugueses estão no fim da fila".

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