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Cinema/Cannes

Em Cannes, Aki Kaurismäki aborda com poesia a imigração clandestina

Cena do filme "Le Havre", de Aki Kaurismäki.
Cena do filme "Le Havre", de Aki Kaurismäki. DR

Um dos diretores mais apreciados pelos cinéfilos, o finlandês Aki Kaurismäki apresenta um tema da atualidade neste sétimo dia do festival: a questão da imigração clandestina. A França mostra seu quarto filme na competição pela Palma de Ouro e o ator Jean-Paul Belmondo recebe uma bela homenagem.

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O enredo de Aki Kaurismäki fala de Marcel Marx, um ex-escritor e boêmio inveterado que se exila voluntariamente no Havre, no norte da França, onde passa a exercer a profissão de engraxate. Apesar de menos vantajosa, a profissão o faz sentir mais perto das pessoas. Ele passa os dias entre o bar da esquina, a mulher e o trabalho até surgir em sua vida uma criança africana refugiada. Marx é obrigado a enfrentar as leis francesas sobre a imigração clandestina.

O segundo filme do dia, "Pater", do francês Alain Cavalier oscila entre documentário e realidade, enfocando a amizade de dois homens, o próprio diretor e o ator Vincent Lindon.

Belmondo

Neste sétimo dia do festival, os concorrentes à Palma de Ouro podem ser ofuscados pela presença do "enfant terrible" do cinema francês, Jean-Paul Belmondo, que recebe uma homenagem pelo conjunto de sua fascinante carreira.

 

 

 

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