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Economia/Luxo

Setor do luxo vai ter agência de classificação de risco

Relógio "Ballon Bleu" da coleção da relojoaria de luxo de Cartier.
Relógio "Ballon Bleu" da coleção da relojoaria de luxo de Cartier. Cartier

A agência se chama DE Luxe Rating, é sediada em Paris e tem objetivos ambiciosos: avaliar pela primeira vez  não apenas os aspectos financeiros como também outros critérios que mantêm a empresa na classificação de luxo como criatividade e imagem, entre outros. O Centro do Luxo e da Criação e o grupo Grey Worldwide, proprietário do WPP, um dos líderes mundiais de marketing e comunicação, estão por trás da iniciativa. 

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O presidente do Centro de Luxo e da Criação, Jacques Carles, explica que a agência DE Luxe Rating vai utilizar cinco critérios em sua avaliação: a criatividade (originalidade e inovação), o savoir-faire(métodos de fabricação, raridade das matérias), performance financeira (rentabilidade, capacidade de financiamento, política de investimento), administração (cadeia de decisão, organização do trabalho, avaliação do desempenho de empresas terceirizadas, estratégia de comunicação) e, finalmente, a imagem, que engloba os valores da marca, a notoriedade e a fidelidade da clientela.

Sistema de notas

As notas seguirão o mesmo sistema das agências tradicionais: AAA, AA, A, BBB etc. e serão dadas apenas às empresas que desejarem responder aos questionários da agência.

Os analistas financeiros que avaliam o setor do luxo se interessam principalmente aos grupos que são cotados na Bolsa de Valores como Louis Vuitton, Gucci, Prada e Cartier, entre outras. O projeto da agência é focar as empresas com faturamento entre 30 e 250 milhões de euros, faixa em que se situam 3/4 das marcas de luxo.

Os autores do projeto afirmam que o setor de luxo é pouco conhecido e não tem visibilidade global.

 

 

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