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G20/Austrália

G20 mostra determinação em estimular o emprego e o crescimento mundial

Os ministros das Finanças e os presidentes dos Bancos Centrais do G20 estão reunidos neste sábado (20) e domingo (21) em Cairns, na Austrália.
Os ministros das Finanças e os presidentes dos Bancos Centrais do G20 estão reunidos neste sábado (20) e domingo (21) em Cairns, na Austrália. Reuters

Os ministros das Finanças dos países do G20, grupo formado pelas maiores economias do mundo, entre elas o Brasil, estão reunidos em Cairns, na Austrália. A reunião de dois dias começou neste sábado (20). O ministro da Economia australiano, Joe Hockey, afirmou na abertura do encontro que o grupo está “determinado a estimular o emprego e o lento crescimento mundial”.

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Os presidentes dos Bancos Centrais do G20 também participam do encontro que visa examinar a meta de crescimento para os próximos cinco anos. A Austrália está na presidência rotativa do grupo e organiza, após esta reunião de Cairns, uma cúpula de chefes de Estado e de governo em Brisbane.

Otimista, o ministro da Economia australiano, Joe Hockey, declarou não ter a menor dúvida que depois dos resultados das duas reuniões “teremos a oportunidade de mudar o destino da economia mundial”.

Essas boas intenções estão ameaçadas pela deterioração da situação econômica global nos últimos meses. A meta de crescimento de 2% suplementares até 2019, anunciada pelos países do G20 em fevereiro, durante uma reunião em Sydney, corre o risco de não ser atingida.

O ministro francês das Finanças, Michel Sapin, lembrou no final do primeiro dia de discussões em Cairns que “quase todas as perspectivas de crescimento para 2014 e 2015 foram revistas para baixo” e que dificilmente o objetivo será alcançado.

Luta contra a fraude fiscal

O secretário-geral da Organização para o Comércio e Desenvolvimento Econômico (OCDE) entregou neste sábado aos integrantes do G20 um projeto propondo mudanças radicais nas regras fiscais internacionais. O texto visa lutar contra as estratégias sofisticadas de fraude de grandes empresas que custam milhares de dólares às coletividades.

O G20 também deve abordar o combate à corrupção e políticas monetárias, nesse momento em que os países emergentes do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) enfrentam algumas dificuldades.
 

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