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G20/Austrália

G20 espera acrescentar 2% ao crescimento econômico mundial

Angel Gurria, Secretário-Geral da OCDE (à esq.) ao lado do ministro da Economia da Austrália, Joe Hockey , durante coletiva em Cairns neste domingo, 21 de setembro de 2014.
Angel Gurria, Secretário-Geral da OCDE (à esq.) ao lado do ministro da Economia da Austrália, Joe Hockey , durante coletiva em Cairns neste domingo, 21 de setembro de 2014. Reuters

Neste domingo (21), em Cairns, na Austrália, o Grupo dos 20,  formado pelas economias mais fortes, afirmou que está prestes a acrescentar US$2 trilhões ao PIB mundial. A medida pode criar 600 milhões de empregos. O encontro prepara a cúpula dos chefes de Estado e de Governo do G20, em novembro.  

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Além de contribuir para o crescimento econômico munidal, os ministros das Finanças e dirigentes dos bancos centrais do G20, reunidos em Cairns, declararam que houve progresso nas iniciativas para se reforçar o sistema financeiro internacional; este reforço evitaria que as grandes multinacionais aproveitassem as falhas existentes para fraudar o imposto de renda.

Europa em marcha lenta

A preocupação geral da reunião foi o temor de que a estagnação econômica da Europa possa repercutir em outros países.

O secretário do Tesouro norte-americano, Jack Lew, defende as medidas de estímulo a curto prazo para combater o problema. "Meu medo é que as iniciativas tomadas para estimular a demanda demorem demais e os obstáculos se acumulem. E a Europa precisa de estímulos econômicos", disse Lew.

Obviamente, o discurso americano não agradou ao ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble, que defende reformas estruturais e uma administração severa dos orçamentos.

Uma ideia relevante apresentada durante o encontro foi o aumento do investimento privado externo, proposta particularmente defendida pela Austrália.

Putin, a pedra no sapato

Convidar ou não o presidente russo Vladimir Putin para a cúpula dos chefes de Estado e de Governo do G20 em Brisbane, na Austrália, em novembro próximo?

Esta foi a delicada reflexão que o grupo teve que fazer, diante da interferência russa no conflito ucraniano. A solução encontrada foi prosseguir com a pressão diplomática, deixando uma porta aberta para a sua vinda.

 

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