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Apec/Comércio

Apec aprova projeto chinês de criação de zona de livre comércio

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o presidente chinês, Xi Jinping, durante cúpuma da Apec em Pequim.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o presidente chinês, Xi Jinping, durante cúpuma da Apec em Pequim. REUTERS/Kim Kyung-Hoon

Os dirigentes da Apec lançaram nesta terça-feira (11) em Pequim um “mapa" para criar uma zona de livre comércio Ásia-Pacífico (FTAAP). Reunidos, os 21 países-membros do Fórum de Cooperação Ásia-Pacífico representam 57% da riqueza mundial e 44% do comércio internacional. Os líderes da Apec aprovaram um rascunho do que poderá vir a ser a FTAAP, uma grande zona de livre comércio Ásia-Pacífico. Para a China, país anfitrião, esse acordo é considerado uma grande oportunidade.

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O presidente chinês, Xi Jinping, declarou que esse anúncio de hoje é uma "etapa histórica” que reflete a que reflete a "confiança" e o "compromisso" dos membros da Apec com a integração da economia regional.

Esses planos, porém, esbarram no projeto dos Estados Unidos, a Aliança Transpacífico (TPP, na sigla em inglês), que é uma área de livre comércio com apenas 12 países, incluindo o Japão, mas deixando de fora a China. Para as autoridades chinesas, essa é uma manobra americana para minar a poderosa economia chinesa, o que, obviamente, é desmentido por Washington.

“Quando os Estados Unidos e a China trabalham juntos de maneira eficaz, o mundo inteiro se beneficia”, disse o presidente Barack Obama.

O presidente chinês também usou um tom diplomático e insistiu na importância da parceria internacional. “Temos que estimular a integração regional e criar um padrão de abertura que leve a um desenvolvimento de longo prazo”.

Acordo entre China e Estados Unidos

Hoje, a Casa Branca anunciou que a China e os Estados Unidos chegaram a um consenso sobre a suspensão de taxas alfandegárias para uma grande lista de produtos de tecnologia, como vídeo games e sistemas de GPS. Esse gesto vai ajudar a desbloquear as negociações sobre o tema que se arrastam há 17 anos na Organização Mundial de Comércio.

 

 

 

 

 

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