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Olimpíadas 2020

Olimpíadas de 2020: Istambul, Tóquio ou Madri?

Jacques Rogge, presidente do Comitê Olímpico Internacional, visto em um telão durante  a apresentação da comitiva de Tóquio, em Buenos Aires.
Jacques Rogge, presidente do Comitê Olímpico Internacional, visto em um telão durante a apresentação da comitiva de Tóquio, em Buenos Aires. Reuters/Jean-Paul Pelissier

Neste sábado, em Buenos Aires, o Comitê Olímpico Internacional (COI) vai anunciar o nome da capital que vai sediar os Jogos daqui a sete anos. As cidades apostam todos os dados nas apresentações finais de hoje para convencer os membros do Comitê do seu preparo para receber uma das competições mais famosas do mundo. As três concorrentes têm um ponto em comum: todas já foram rejeitadas pelo COI em candidaturas anteriores.

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Na Europa, Madri perdeu para Munique em 1972, Londres, em 2012, e finalmente para o Rio de Janeiro em 2016. Tóquio organizou o evento em 1964, tendo sido excluída em 1960 em detrimento de Roma e também do Rio, em 2016. Istambul teve duas experiências amargas, tendo sido descartada em 2000 para Sydney, na Austrália, e em 2008 para Pequim.

Madri em crise, mas otimista

Mergulhada em uma crise sem precedentes, a capital espanhola tem um argumento para contrabalançar seus indices econômicos negativos: 80% de suas infraestruturas estão terminadas. Reticente, o povo espanhol viu seu governo gastar cerca de US$ 12,88 bilhões em obras desde que se prontificou a apresentar a candidatura.

Apesar de ser campeã de desempregos na Europa e ter colocado o próprio patrimônio nacional à venda, o governoda Espanha aposta no evento esportivo para recuperar sua economia. E como um bom exemplo cita a experiência bem sucedida de Barcelona, cidade-sede em 1992, uma das únicas que lucrou com a iniciativa.

Istambul, entre Ocidente e Oriente

Se for escolhida, a capital turca será o primeiro país muçulmano a sediar os Jogos. A localização entre Europa e Ásia pode ser um coringa e uma oportunidade, segundo a comitiva, de abrir ao mundo um novo leque de culturas.

Beleza arquitetônica, bares e clubes em profusão e uma economia estável, os atributos de Istambul enfrentam uma inimiga que pode comprometer seu sonho: a insegurança causada pelo contexto geopolítico instável dos vizinhos Síiria, Irã e Iraque.

Tóquio

Considerada como uma das favoritas, Tóquio balança entre uma economia boa e a desconfiança global sobre as irradiações provenientes da central nuclear de Fukushima. O Japão vem martelando que tudo "está sob controle" e que as 35 milhões de pessoas em Tóquio estão vivendo em condições normais.

O perfil moderno da capital é certamente um dos grandes atrativos, aliado aos transportes e à segurança.

 

 

 

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