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Casamento/Grã-Bretanha

Convidados começam a chegar para o casamento de William e Kate

Convidados chegando à Abadia de Westminster para assistir a ceremonia do casamento real
Convidados chegando à Abadia de Westminster para assistir a ceremonia do casamento real Reuters

Os olhos do mundo estão voltados para a Abadia de Westminster, em Londres, onde está terminando a longa espera dos 1.900 convidados para o casamento do príncipe William Arthur Philip Louis Windsor, futuro rei do Reino Unido, com Catherine Elizabeth Middleton, escolhida para ser a princesa desse conto de fadas moderno. Milhares de britânicos, 8 mil jornalistas estrangeiros e muitos turistas estão nas ruas da capital para acompanhar o cortejo desse casamento que promete dar uma injeção de descontração e juventude à tradicional monarquia britânica.

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Os convidados começaram à chegar à Igreja de estilo gótico, com mais de um milênio de história, quando era ainda madrugada no Brasil, 4h15 no horário de Brasília. Monarcas, nobres, chefes de Estado e de governo, diplomatas, como o embaixador brasileiro Roberto Jaguaribe, único brasileiro oficialmente confirmado na cerimônia, VIPs e jovens amigos dos noivos lotam a Igreja. O dia amanheceu com tempo nublado e previsão de pancadas de chuva.

A Abadia de Westminster já serviu de palco a 15 casamentos reais, coroações e enterros, como o momento mais triste da vida do príncipe William, o funeral de sua mãe, a princesa Diana, 14 anos atrás. A cerimônia começará a ser celebrada às 11 horas em ponto, horário local, 7h da manhã em Brasília.

Cerimônia:

A cerimônia de casamento de William e Kate deve durar cerca de 1 hora e 15 minutos. Todos os convidados receberam na chegada um livreto com o roteiro, onde está escrito que os celulares devem ficar desligados em respeito ao ritual religioso. Foi proibido twittar, mas a Scotland Yard não chegou a cortar a cobertura dos celulares na região, como especulou a imprensa local. 5 mil policiais estão nas ruas e posicionados no alto de prédios estratégicos. Os movimentos anti-monarquia e islâmicos desistiram de protestar nesse dia de festa.

Terminada a cerimônia, os noivos vão sair da Igreja de carruagem em direção ao Palácio de Buckingham, passando em frente ao Parlamento, o Big Ben, Whitehall, a sede do governo britânico e seus ministérios, seguindo em direção a Trafalgar Square e The Mall, a grande avenida que leva ao Parque Saint James e ao Palácio de Buckingham. No percurso de 2 quilômetros, os noivos vão saudar a multidão que começou a se posicionar desde a véspera para ver os noivos de perto e conseguir captar a melhor imagem desse primeiro grande casamento do século. Atrás da carruagem de William e Kate, outras quatro vão transportar a família real e os familiares de Kate, escoltados pelo famoso regimento de cavalaria Household Cavalry.

As 9h25, no horário de Brasília, os noivos, a rainha Elizabeth II e familiares vão aparecer no terraço do palácio para saudar mais uma vez a multidão e trocar o beijo aguardado pelos fotógrafos de todo o planeta. O casamento terá duas recepções: um coquetel com champagne para 650 convidados, oferecidos pela rainha em Buckingham, logo após a cerimônia. Serão servidos 10 mil canapés nesse coquetel. No meio da tarde, os noivos terão um tempinho para descansar e depois vão para a festa oferecida pelo príncipe Charles, para 300 convidados mais íntimos.

Dois bolos, o tradicional bolo de frutas britânico, e um bolo de chocolate, o predileto do príncipe William, serão servidos. O bolo de frutas foi feito por Fiona Cairns, que tem como cliente o beattle Paul McCartney. Kate exigiu que o bolo fosse decorado com 16 flores, entre elas a rosa, símbolo da felicidade, o lírio, da ternura, e folhas de hera que simbolizam o casamento. O bolo de chocolate, o predileto de William quando era criança, preparado com os famosos biscoitos servidos no chá das cinco, leva a assinatura da confeitaria McVitie’s.

Custo da festa

Modernos e milionários, William e Kate não quiseram receber presentes de casamento, pedindo aos convidados que fizessem doações a instituições de caridade. O casamento deve gerar uma receita de 2 bilhões e 300 milhões de reais para a economia britânica, mas as perdas pelo feriado decretado superam esse ganho. A festa está custando 230 milhões de reais e é financiada pelas famílias dos noivos. Aqui na França, as televisões e rádios transmitem o casamento ao vivo. No canal M6, considerado um dos mais arrojados na cobertura, a ex-modelo brasileira Cristina Córdula, hoje âncora de um programa de moda bastante popular entre os franceses, divide a apresentação com mais dois comentaristas.

 

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