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Epidemia/Ebola

Itália tem caso suspeito de Ebola

Os controles foram reforçados no aeroporto de Abuja, na Nigéria, desde o aparecimento dos primeiros casos de Ebola no país.
Os controles foram reforçados no aeroporto de Abuja, na Nigéria, desde o aparecimento dos primeiros casos de Ebola no país. REUTERS/Afolabi Sotunde

Uma nigeriana de 42 anos, que retornou há poucos dias para a Itália, foi hospitalizada nesta terça-feira (9) com sintomas similares aos do vírus Ebola, informou o governo da região de Marcas, centro da Itália. Ela será submetida a exames para confirmar ou não a presença do vírus. Os Estados Unidos repatriaram um quarto paciente vítima da febre hemorrágica para ser tratado num hospital de Atlanta.

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As autoridades de Marcas, na Itália, disseram que a mulher compareceu pela manhã a um pronto socorro com febre de 38°C, dores musculares, náuseas e vômitos. O período de incubação da doença é de 21 dias, por isso os médicos decidiram interná-la.

A nigeriana deverá ser transferida para Ancona, onde fica o hospital de referência da região para o tratamento de doenças infecciosas. Os exames determinarão a natureza exata dos sintomas. Até o momento, a Itália não teve nenhum caso confirmado de Ebola.

EUA repatriam quarto paciente com a doença

Um quarto paciente americano sofrendo da febre hemorrágica é esperado hoje nos Estados Unidos. Ele ficará internado no hospital da Universidade de Emory, em Atlanta, que já tratou, com sucesso, outros dois americanos infectados pelo Ebola. Os doentes, um missionário e um médico contaminados na Libéria, em julho, já tiveram alta.

A identidade e a profissão do novo paciente não foram divulgadas por sigilo médico. Um outro missionário americano portador do vírus, de 51 anos, recebe tratamento atualmente no hospital Nebraska, em Omaha.

A mais grave epidemia do Ebola já registrada desde a descoberta do vírus, em 1976, matou até agora 2.100 pessoas no oeste da África. Devido às condições precárias de infraestrutura sanitária, a doença tem sido particularmente fatal para os profissionais da saúde que lidam com os doentes.

China reforça controles contra o Ebola

A China adotou medidas excepcionais para barrar a introdução do vírus Ebola em seu território, entre elas o reforço de controle nas fronteiras. A agência China Nova informou hoje que pessoas, carros, bens de consumo, assim como o correio originário dos países afetados pela epidemia, passarão por rígidos controles nos portos e aeroportos do país.

As pessoas suspeitas de estarem contaminadas serão automaticamente colocadas em quarentena, acrescentou a agência estatal chinesa, de acordo com recomendações do Ministério da Saúde.

No mês passado, as autoridades chinesas proibiram aos atletas originários dos países africanos afetados pelo Ebola de participar da segunda edição dos Jogos Olímpicos da Juventude, realizados em Nankin.

A preocupação do governo chinês é justificada, já que milhares de chineses trabalham em países da África.
 

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