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França

Carlos Ghosn falou "livremente" pela primeira vez

FO antigo PCA da Renault-Nissan, Carlos Ghosn, deu hoje em Beirute uma conferência de imprensa
FO antigo PCA da Renault-Nissan, Carlos Ghosn, deu hoje em Beirute uma conferência de imprensa REUTERS/Mohamed Azakir

O antigo PCA da Renault-Nissan, Carlos Ghosn, deu hoje em Beirute uma conferência de imprensa onde denunciou uma “campanha orquestrada” contra a sua pessoa e negou as acusações de fraude financeira.

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Dez dias depois de ter fugido do Japão, onde era acusado fraude financeiro, Carlos Ghosn deu esta quarta-feira, uma longa conferência de imprensa onde afirmou ter sido vítima de colisão entre a Nissan e a justiça japonesa.

De acordo com o antigo PCA da Renault-Nissan, os japoneses estavam preocupados com a degradação dos resultados financeiros da Nissan, que tinha baixado mais 38%, isto depois de, em 2017, Hiroto Saikawa ter assumido o controlo operacional da empresa.

Carlos Ghosn alegou ainda ter sido o bode expiatório face à “grande amargura”, do lado nipónico, face ao consórcio Nissan/Renault/Mitsubishi. Uma aliança vista pelos japoneses como demasiado favorável à França.

Carlos Ghosn disse aos jornalistas que razão que levou a fugir do Japão foi a sua mulher, porém recusou comentar as condições de fuga.

O antigo PCA da Renault-Nissan foi detido a 19 de Novembro de 2018, no aeroporto de Tóquio. Em 2018, no final de Abril, depois de ter pago uma fiança ficou sob termo de identidade e residência em Tóquio.

Carlos Ghosn, que é alvo de vários processos judiciários em França, mostrou-se disponível a colaborar com as autoridades.

 

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