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UNIÃO AFRICANA

África do Sul assumiu presidência da organização panafricana

Fotografia de família da União Aficana (ministra guineense Suzi Barbosa de azul no centro) em Addis Abeba a 9 de Fevereiro de 2020.
Fotografia de família da União Aficana (ministra guineense Suzi Barbosa de azul no centro) em Addis Abeba a 9 de Fevereiro de 2020. RFI/Miguel Martins

Cyril Rampahosa, chefe de Estado sul-africano, sucedeu ao seu homólogo egípcio Abdel Fattah al-Sissi, na presidência da União Africana. Ao tomar posse na liderança do bloco Ramaphosa, referindo-se às riquezas do continente, alertou para que "a nossa bênção não se torne na nossa maldição".

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O presidente sul-africano lidera a UA, União Africana, até 2021. Ele enalteceu a Zona de livre comércio, implementada no ano passado, e que, a seu ver faria do continente um actor de peso nas relações internacionais.

Cyril Ramaphosa revelou, desde já, a organização de uma cimeira extraordinária continental no seu país em Maio próximo para debater da luta contra o terrorismo.

Numa altura em que o tema deste conclave era, precisamente, "silenciar as armas para garantir o desenvolvimento africano".

A Líbia, o Sahel, o Corno de África debatem-se com o problema do terrorismo, que teria tendência em alastrar, alertou o estadista.

Já o presidente da Comissão da União Africana, o chadiano Moussa Faki Mahamat, tinha alertado, na sua alocução de abertura, que o terrorismo se estaria a propagar, como o povam, citamos, "os crimes hediondos cometidos por grupos terroristas contra populações civis em Moçambique, na Tanzânia e no leste da RDC".

Mahamat apelou à solidariedade entre africanos lembrando os efeitos das calamidades naturais, citando as inundações no Zimbabué, Malauí e Moçambique, a invasão de gafanhotos na Etiópia e no Quénia, bem como as ameaças de fome em certas regiões da África austral.

A cimeira da União Africana encerra nesta segunda-feira, 10 de Fevereiro de 2020, ao final do dia.

Daqui até lá as delegações limam arestas que garantam avanços nos dossiers do momento que passam pela gestão das crises, reforma da organização e agenda de desenvolvimento.

Ouça a Crónica de Miguel Martins.

Crónica de Miguel Martins

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