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Imprensa Semanal

Intelectuais e o dinheiro em França

Áudio 04:13
Capas de magazines news franceses de 13 de fevereiro de 2016
Capas de magazines news franceses de 13 de fevereiro de 2016 RFI

As capas dos magazines nesta Imprensa semanal abordam temas que vão da inteligência artificial, passando por intelectuais franceses e o dinheiro, Gabão ou até o síndrome de Colónia, imigrantes e mulheres.Os prodígios da inteligência artificial é a grande manchete do semanário L’EXPRESS, que passa a pente fino sectores como transportes, saúde, internet ou smarthphones. AInteligencia artificial invadiu o nosso dia-a-dia sem que tenhamos tido consciência disso e amanhã ela promete libertar as máquinas tornando-as mais autónomas com capacidades de aprendizagem ilimitadas.O século XXI é o da revolução, o da robôlução, de robôs que trabalham em equipa com os humanos e tudo a uma velocidade vertiginosa das tecnologias, imitando mesmo o funcionamento neuronal do cérebro, sublinha LEXPRESS. LE POINT, pergunta em capa como namorar a ansiedade, para falar do livro bestseller do jornalista americano, Scott Stossel que chega à França. 3Ansiedade, as tribulações de um angustiado crónico à procura de paz interior!"O magazine CAUSEUR, debruça-se sobre "imigrantes e mulheres, o síndrome de Colónia, para sublinhar que todos os imigrantes não são violadores, mas em Colónia, na  Alemanha, na noite de S.Silvestre todos os violadores eram imigrantes;Em relação à África, JEUNE AFRIQUE, faz a sua capa com "Gabão última linha recta." Uma longa reportagem e a pergunta Gabão mudou mesmo? já que a oito meses das presidenciais começaram as declarações assassinas. A mesma JEUNE AFRIQUE, faz referência ao que chama "crime de lesa Savimbi," sobre o caso judicial com três dos seus filhos a atacar por difamação a filial francesa da editora de jogos de vídeo Call of Duty, onde figura a imagem do pai com uma barba de bruto, passando em branco que Savimbi foi um chefe militar, grande estratego e líder poítico.Os filhos de Savimbi, reclamam uma indemnização de 1 milhão euros e a retirada do jogo de video do mercado, nota a JEUNE AFRIQUE. 

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