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CANNES/CINEMA

Cai o pano sobre o 69° Festival de cinema de Cannes

A ministra francesa da Cultura Audrey Azoulay, com o presidente do Festival de Cannes Pierre Lescure (à direita), e o delegado geral do festival Thierry Frémaux
A ministra francesa da Cultura Audrey Azoulay, com o presidente do Festival de Cannes Pierre Lescure (à direita), e o delegado geral do festival Thierry Frémaux AFP/Alberto Pizzoli

Cai daqui a pouco o pano sobre o maior festival de cinema do mundo de Cannes com 21 longas metragens em competição. O suspense é grande na cidade francesa do Mediterrâneo.

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"Toni Erdmann" da alemã Maren Ade é tida como favorita para obter o principal galardão.

Uma comédia que põe em cena uma empresária desorientada pela pergunta se ela é mesmo feliz...

Os dois cineastas romenos presentes para Sieranevada e Bacalaureat são tidos também como dos filmes mais consensuais.

Porque muitos dos favoritos acabaram por dividir os peritos: caso do canadiano Xavier Dolan com "Juste la fin du monde", o anúncio da morte à sua família de um brilhante autor.

Foi também o caso do espanhol Pedro Almodovar com a história de uma mãe inconsolável pelo abandono da filha.

Um filme sobre casamentos inter-raciais na América dos anos 50 também deu nas vistas, o filme brasileiro "Aquarius" também, mas o filme sobre um amor de humanitários em África de Sean Penn foi mal acolhido pela crítica.

A França participava com 4 filmes incluindo o burlesco "Ma Loute" de Bruno Dumont.

Os irmãos belgas Dardenne são também sempre favoritos nestas andanças.

Filmes a falarem de amor ou de injustiças, como é tradicional no cinema do britânico Ken Loach com o seu engajado "I, Daniel Blake".

A ver vamos o que decide o júri presidido pelo realizador australiano George Miller, autor do célebre "MadMax".

Ouça aqui a crónica sobre Cannes.

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