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Revista de Imprensa

Hollande quer proibir manifestações devido à violência em França

Áudio 04:04
Primeiras páginas dos jornais franceses de 16 de junho de 2016
Primeiras páginas dos jornais franceses de 16 de junho de 2016 RFI

Os jornais franceses nacionais fazem os seus principais destaques com a violência, manifestações que podem ser proíbidas e terrorismo, em França, mas também nos Estados Unidos. LE MONDE titula Hollande e Valls confrontados com o desespero crescente dos franceses. O executivo contava com o Euro de futebol, a melhoria da conjuntura para uma viragem mais favorável. Mas, diferentes tipos de violência surgiram nos últimos dias e as esperanças esfumaram-se.Hollande e Valls atacam a confederação sindical comunista, CGT e ameaçam proibir manifestações esperando ganhar a batalha da opinião, sublinha LE MONDE. O poder cai no ódio anti-sindical, titula o jornal comunista, L'HUMANITÉ, sublinhando que o executivo ousa instrumentalizar a memória de dois polícias assassinados, contra o direito de manifestar, o que é indigno e perigoso, acrescenta L'HUMANITÉ. Porquê tanta violência?, pergunta o jornal católico, LA CROIX. No seu editorial, intitulado, niilismo, LA CROIX, sublinha que a violência não é apenas apanágio de manifestações sindicais e que o governo ao querer proibir manifestações, então teria que proibir, o Euro de futebol por causa do vandalismo de apoiantes desta ou daquela equipa.Mas em que mundo vivemos?, pergunta também AUJOURD'HUI EN FRNACE, que se refere ao assassínio do casal de polícias assassinados em nome do DAESH, à matança em Orlando, nos Estados Unidos, ou à horda de vândalos nas manfiestações, de hooligans à margem do Euro de futebol ou atentados em Paris.Por seu lado, a nível internacional, LIBÉRATION, refere-se aos Estados Unidos, onde o candidato dos republicanos às presidenciais, Donald Trump, multiplicou ataques contra muçulmanos e disse que quando for eleito presidente suspendará a imigração com os países que estão na origem do terrorismo nos Estados Unidos e criticou o presidente Obama.Obama respondeu-lhe que criticar a administração e a sua pessoa é uma diversão política e não uma estratégia. LE FIGARO, por seu lado, dá relevo ao Brexit e pânico nos defensores da continuação do Reino Unido na União europeia, mas 4 das seis últimas sondagens dão uma maioria à saída do país da Europa.Enfim, sobre a África, LE MONDE, afirma que não será nada fácil pôr um fim à guerra em Syrte, na Líbia, onde forças governamentais ganharam o porto mas estão a cair nas armadilhas do estado islâmico.

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