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Revista de Imprensa

Terrorismo, Estado de direito e Imprensa em França

Áudio 04:06
Primeiras páginas dos jornais franceses de 28 de julho de 2016
Primeiras páginas dos jornais franceses de 28 de julho de 2016 RFI

Terrorismo, Estado de direito e Imprensa, temáticas das primeiras páginas da imprensa francesa, ao nível nacional, enquanto na esfera internacional, destaque para o apoio de Obama a Hillary Clinton na Convenção dos democratas americanos.Terrorismo: confronto político sobre o reforço do arsenal repressivo, é o principal título do vespertino, LE MONDE. Como proteger-se dos atentados sem renunciar ao estado de direito?Do estado de direito ao estado de direita?, pergunta em título LIBÉRATION. Após o atentado da igreja com um padre degolado, aumenta a sanha da direita  contra o estado de direito que diz ser um obstáculo à segurança.Face ao terrorismo, a justiça está desarmada, retorque LE FIGARO. O partido Republicano, mas também, certos magistrados e advogados, apelam a uma profunda revisão do código penal para o adaptar ao desafio lançado pelos terroristas islamitas.Que fazer ainda, pergunta o jornal católico LA CROIX. Após o novo atentado da igreja no noroeste da França, a oposição pede a adopção imediata das suas propostas frente à ameaça terrorista.No seu editorial, mídias e terrorismo, LA CROIX, pergunta que dizer, que mostrar? Preocupados com a dignidade humana não publicaremos imagens de indivíduos em situações humilhantes nem imagens de cenas de crime ou de cadáveres.E mais à frente, acrescenta, como gerir mensagens de ódio enviadas aos meios de comunicação? Há que difundi-las?A questão da responsabilidade dos mídias deve ser indefinidamente colocada, sublinha, LA CROIX.A nível internacional, Estados Unidos, LE MONDE, dá relevo ao que chama a lição da América de Obama, que apoiou ontem Hillary Clinton, na corrida presidencial durante a convenção democrata.A América já é grande e a nossa grandeza não de Donald Trump, mas sim de Hillary Clinton, pessoa competente que precisa do nosso apoio. É tempo de descerem à arena porque a democracia não é espectáculo, e com Hillary, podemos ganhar, sublinhou Obama, citado por LE MONDE.

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