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França

Armistício de 14 e artilheiros senegaleses mortos pelo exército francês

Jean-Marc Ayrault, chefe da diplomacia francesa, a 10 novembro de 2016 no cemitério de Thiaroye, prestando homenagem a soldados senegaleses mortos pelo exército francês em 1944.
Jean-Marc Ayrault, chefe da diplomacia francesa, a 10 novembro de 2016 no cemitério de Thiaroye, prestando homenagem a soldados senegaleses mortos pelo exército francês em 1944. RFI/Guillaume Thibault

O ministro francês dos negócios estrangeiros prosseguiu esta sexta-feira em Conacri o seu périplo africano que já o tinha levado anteriormente ao Senegal, no quadro comemorações do armistício da primeira guerra mundial e da morte de contingentes militares senegaleses, em 1944, no Senegal.

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O chefe da diplomacia francesa, Jean-Marc Ayrault, prosseguiu, o seu périplo africano, esta sexta-feira, 11 de novembro, na Guiné Conacry, no quadro de cerimónias do armistício da primeira Grande guerra, de 1914/18.

Durante as cerimónias para além das autoridades guineenses, participaram igualmente artilheiros militares senegaleses e guineenses idos de várias regiões da Guiné.

O ministro francês dos negócios estrangeiros, Jean-Marc Ayrault, tinha estado antes no Senegal, onde aproveitou para relembrar outra data, a de 1944, visitando com o Presidente senegalês, Macky Sall, o cemitério de Thiaroye, região suburbana, de Dakar, para prestar homenagem aos artilheiros senegaleses mortos pelo exército francês.

O chefe da diplomacia francesa, recordou 1944, fazendo uma mea culpa da França, dizendo que uma "repressão sangrenta tinha sido levada a cabo por forças francesas, contra soldados senegaleses, nessa data.

De recordar, que segundo as fontes, entre 35 a 70 artilheiros senegaleses de Thiaroye, no Senegal, foram mortos, a 1 de dezembro de 1944, pelo exército francês, durante uma manifestação.

Esses artilheiros senegaleses, manifestavam-se reclamando as suas pensões, a que tinham direito, enquanto soldados ao serviço da França, na segunda guerra mundial.

Os soldados senegaleses tinham sido libertados um mês antes de campos alemães e repatriados para o Senegal.

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