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Revista de Imprensa

Paris e Berlim temem ciberataques russos em 2017

Áudio 04:20
Primeiras páginas dos jornais franceses de 01 de dezembro de 2016
Primeiras páginas dos jornais franceses de 01 de dezembro de 2016 RFI

As primeiras páginas dos jornais franceses apresentam-se diversificadas quer no tratamento de assuntos nacionais como internacionais, nomeadamenete a batalha de Alepo ou ciberataques russos em 2017.LE MONDE,  faz o seu principal título com Paris e Berlim que temem uma ciberguerra russa durante as eleições de 2017. Após Angela Merkel, o chefe alemão dos serviços de espionagem, alertou para esse tipo de destabilização, enquanto em Paris, o gabinete do primeiro ministro reuniu quadros dos partidos políticos representados no Parlamento para os sensibilizar sobre medidas a serem tomadas. Cibertaques, desinformação na Net: a Rússia tentou influenciar a campanha americana. Não penso que o resultado da eleição foi afectado por ciberataques russos, declarou recentemente John McCain, que disse no entanto que o problema da cibersegurança tem de ser acompanhado de muito perto. A Alemanha e a França, lideraram a elaboração da directiva europeia sobre segurança informática adoptada em julho e que impõe a operadores de serviços essenciais ao funcionamento da economia e da sociedade a divulgação de incidentes, acrescenta LE MONDE.Por seu lado, LE FIGARO, puxa para primeiro plano a alta de taxas de juros rumo ao fim do dinheiro fácil. Trump, inflação e risco político na Itália provocam um aumento das taxas, após anos de crédito gratuito. Uma má notícia para os Estados endividados como a França.LIBÉRATION, escolheu como principal título Alepo, onde os bairros rebeledes da cidade síria bastiões de resistência ao poder estão a debaixo de fogo, com os últimos assaltos do regime sírio e dos seus aliados. Abandonada, a população de Alepo oriental está em plena agonia, sublinha LIBÉRATION. Enfim, sobre a África, LE MONDE, destaca o genocídio ruandês de 1994 e o inquérito que decorre no Ruanda sobre responsáveis franceses. Kigali acusa Paris estando abrangidas 20 pesornalidades francesas envolvidas no genocídio cometido contra os tutsis no Ruanda que provocou cerca de 800 mil mortos. 

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